
O árbitro da Somália, Omar Artan, teve seu visto negado na imigração para os Estados Unidos e não poderá apitar jogos da Copa do Mundo. Mesmo com auxílio da embaixada somali, que chegou a oferecer um passaporte diplomático, Artan teve de ser deportado após mais uma negativa das autoridades estadunidenses.
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Artan foi eleito como melhor árbitro africano pela Confederação Africana de Futebol em 2025, e foi o responsável por apitar a final da Champions League do continente entre Pyramidis FC x Mamelodi Sundowns. Após a deportação, ele voltou para Istambul, na Turquia, onde fez conexão antes de chegar nos Estados Unidos.
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Esse não foi o primeiro caso de complicações burocráticas envolvendo o Mundial. Devido ao alto controle de entrada e saída do país, os Estados Unidos vem fazendo jogo duro com a liberação de atletas e funcionários de certas localidades.
A delegação do Irã também teve complicações para a liberação do visto para entrar nos Estados Unidos, mesmo tendo o México como base e se deslocando para solo estadunidense apenas em dias de jogo.
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Aymen Hussein, capitão da equipe do Iraque, foi interrogado por mais de sete horas antes de poder adentrar o país. Em contrapartida, outros membros da delegação iraquiana tiveram o visto negado e foram deportados. Até o momento, a FIFA não se pronunciou sobre os acontecimentos.
*Estagiário sob supervisão de Rafaela Soares
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