Lionel Messi se tornou o primeiro jogador a disputar seis edições da Copa do Mundo, participando dos torneios de 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. O craque argentino também lidera o ranking de maior artilheiro, com 19 gols em Mundiais, superando os 16 de Miroslav Klose.
Com a disputa do Mundial de 2026, Messi tem a chance de quebrar ao menos três marcas históricas. Além da artilharia, na qual Kylian Mbappé é seu principal concorrente com 18 gols, o argentino pode igualar um recorde de Cafu. Se a Argentina chegar à final, ele disputará sua terceira decisão de Copa, feito alcançado apenas pelo brasileiro.
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No livro “Messi: O Gênio Completo”, do jornalista Ariel Senosiain, a trajetória do jogador é reconstruída com base em 68 entrevistas. A obra revela bastidores e curiosidades da carreira do atleta.
O erro de nome na primeira convocação
A história de Messi na seleção argentina quase começou com o nome errado. Ao buscar o contato da família, um funcionário da Associação do Futebol Argentino (AFA) ligou para o pai do jogador e disse: “Temos interesse em convocar o Leonardo”. Jorge Messi corrigiu na hora que o nome do filho era Lionel.
A superação física para ficar mais alto
Um diagnóstico de deficiência de hormônio de crescimento quase barrou sua carreira. Aos 11 anos, Messi media apenas 1,26m. O tratamento foi intensificado na base do Barcelona, onde, aos treze anos, ele já media 1,50m e aplicava em si mesmo injeções de somatotropina sintética até atingir 1,70m.
O aval de Ronaldinho Gaúcho
Em 2004, durante uma pré-temporada do Barcelona na China, Ronaldinho Gaúcho já previa o sucesso do colega adolescente. No auge de sua carreira e eleito o melhor do mundo, o brasileiro afirmou à jornalista Cristina Cubero: “Esse cara vai ser melhor do que eu”.
O estilo “misterioso” mais conhecido do planeta
O livro descreve o comportamento de Messi em campo como o de alguém que “anda enquanto observa o que acontece”. Seu pai revela que, desde criança, ele parecia se desligar do jogo até receber a bola para marcar. A timidez era tanta que, em sua primeira vez como capitão, em 2010, ele “travou” ao tentar fazer o discurso no vestiário.
O painel que quase quebrou seu tornozelo
Após marcar três gols na vitória da Argentina por 4 a 3 sobre o Brasil, em 2012, Messi quase se machucou gravemente. Na comemoração do terceiro gol, elenco e comissão técnica pularam sobre ele, derrubando um painel publicitário que precisou ser segurado pelo massagista e pelo goleiro para não cair sobre o tornozelo do craque.
Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.
