O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) autorizou a nomeação de 3.147 candidatas e candidatos aprovados na segunda edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2). A portaria foi publicada pnesta quarta-feira (22/4) no Diário Oficial da União.
Com a autorização, a responsabilidade pelas nomeações passa a ser de cada órgão e entidade contemplados. Caberá a essas instituições conduzir os procedimentos de convocação, nomeação e posse, conforme a disponibilidade de vagas e necessidades administrativas. O MGI fará nomeações apenas para cargos da própia pasta.
As autorizações abrangem os nove blocos temáticos do CPNU 2 e estão distribuídas entre diversos órgãos. O MGI concentra o maior número de vagas, com 1.250 cargos, muitos deles vinculados a carreiras transversais, que permitem atuação em diferentes áreas da administração pública federal.
Entre os destaques, estão mil vagas para analista técnico - administrativo, integradas à carreira de analista técnico do Poder Executivo, criada para atuação em múltiplos órgãos. Esses profissionais poderão ser distribuídos entre cerca de 36 instituições federais. Há ainda 250 vagas para analista técnico de desenvolvimento socioeconômico.
Outros órgãos também foram contemplados, como o INSS (300 vagas), as Forças Armadas — incluindo Marinha (140), Exército (131) e Aeronáutica (90) —, além de agências reguladoras e instituições culturais e de pesquisa.
O CPNU 2 registrou 761.545 inscrições, com candidatos de 4.951 cidades. As provas foram aplicadas em 228 municípios. Do total de aprovados, 48,4% são mulheres, e 40,5% se autodeclaram pessoas negras, indígenas, quilombolas ou com deficiência.
Ainda segundo os dados, os aprovados são oriundos de 578 cidades, com destaque para o aumento da participação de regiões historicamente menos representadas, como o Nordeste.
