
A morte de um escritor norte-americano confundiu a internet e alarmou fãs de Fórmula 1. Na terça-feira (6/1), a família de Michael J. Schumacher divulgou a morte do autor, homônimo do consagrado piloto alemão Michael Schumacher, 57 anos, o que causou alvoroço nas redes e até tributos equivocados ao atleta.
Além de postagens de luto, outras criticam títulos “caça-cliques”, que não explicam que se tratava de um xará do atleta. Um comentário em publicação no X do Daily Mail, que foi excluída, diz que a chamada do jornal foi de “gosto muito duvidoso”. “Sem adicionar o 'Autor' Michael Schumacher à postagem, você sabe o que estava fazendo para atrair cliques”, diz o internauta.
A confusão tomou maiores proporções devido à falta de notícias sobre o estado de saúde do piloto, que sofreu um acidente de esqui em 2013. Desde então, ele não fez aparições públicas e a família optou por manter sigilo, que foi quebrado pela esposa, Corinna Betsch, em publicação no X que não está mais disponível
“Sinto falta do Michael todos os dias. Mas não sou só eu que sinto falta dele. São as crianças, a família, o pai, todos ao redor dele. Todos sentem falta do Michael, mas o Michael está aqui — diferente, mas aqui. Ele ainda me mostra o quão forte ele é todos os dias”, escreveu.
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Sem notícias oficiais, algumas atualizações sobre Schumacher já ganharam a imprensa internacional. Em abril, ele teria autografado um capacete em ação beneficente com auxílio da esposa. Ele também teria comparecido ao casamento da filha, Gina-Maria Schumacher, no ano passado.
O autor
O escritor Michael J. Schumacher morreu em 29 de dezembro, aos 75 anos, mas a morte foi divulgada apenas uma semana depois pela filha, Emily Joy Schumacher. Natural de Wisconsin, nos EUA, ele ficou conhecido pelas biografias de personalidades famosas, como o músico Eric Clapton e o cineasta Francis Ford Coppola.

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