
Uma das obras mais emblemáticas da história da arte, “O Juízo Final” de Michelangelo, passará por um processo de restauração na segunda (2/2). A intervenção na Capela Sistina, no Vaticano, terá duração de três meses e busca recuperar o brilho e as cores originais do afresco.
Manutenção extraordinária após 30 anos
A última grande restauração da obra aconteceu em 1994. Agora, mais de 30 anos depois, a nova intervenção tem como principal objetivo remover uma película esbranquiçada que cobre a pintura, formada pela deposição de micropartículas. Este fenômeno é intensificado pelo grande fluxo de visitantes, que chega a milhões de pessoas anualmente.
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O trabalho, classificado como uma “manutenção extraordinária”, será conduzido por especialistas do Laboratório de Restauração de Pinturas e Materiais de Madeira dos Museus Vaticanos, sob a liderança do restaurador-chefe Paolo Violini. A equipe enfrentará o desafio de limpar a vasta superfície do afresco, que mede aproximadamente 180 metros quadrados.
Visitas não serão interrompidas
Uma boa notícia para os turistas é que a Capela Sistina não será fechada durante o período da restauração. Andaimes serão montados em frente à parede do altar, e para que o público ainda possa apreciar a grandiosidade da cena, uma tela em alta definição que reproduz a obra será instalada na frente da estrutura.
Desta forma, os visitantes poderão continuar a admirar a composição de Michelangelo, ainda que por meio de uma réplica temporária. É importante ressaltar que o famoso teto da capela, onde está “A Criação de Adão”, outra obra-prima do artista, permanecerá totalmente visível, assim como as demais paredes do local.
Este conteúdo foi gerado e editado com o auxílio de ferramentas de inteligência artificial.
