Três pessoas foram presas nos Estados Unidos por matarem a tiros um porco de estimação e terapia de um jovem autista com TDAH. A porquinha pertencia ao jovem Garrett Cox, de 12 anos, e fugiu da casa da família, sendo encontrada morta na propriedade dos vizinhos com uma panela de água quente ao lado.
- Leia também: A origem do megatsunami no Alasca que acaba de ser registrado como o 2º maior da história
Bootsy, a porca residente do estado da Geórgia, pesava cerca de 180 quilos e era uma companheira inseparável do menino. O pequeno Garrett era o responsável por alimentar, dar banho e até acompanhar a porquinha em competições de suínos. Em entrevista à emissora Fox 5 Atlanta, o jovem autista relatou sentir “muito a falta dela”.
Os país de Garrett, Matt e Kerrie Cox, relataram à emissora que logo após a fuga saíram a procura da suína, e que logo no início das buscas escutaram sons de tiros vindos de um local próximo do local. Os tiros vieram da propriedade de Mai Kia Vang-Moua, um vizinho da família de 54 anos, que estava acompanhado de duas mulheres no momento dos disparos.
Ao chegarem ao local, o casal encontrou Bootsy morta ao lado de uma panela com água quente e junto dos três assassinos, que já estavam usando luvas para manusear a carne do animal. Ao perguntar o que os criminosos estavam fazendo com o animal, teve apenas risadas como resposta.
Para a polícia, os criminosos relataram que só abateram o animal por acharem se tratar de um animal selvagem. Porém, Bootsy tinha uma etiqueta na orelha, que a identificava como um animal doméstico. A porquinha foi enterrada no celeiro da família e os três criminosos presos por crueldade animal.
*Estagiário sob supervisão de Paulo Floro.
Saiba Mais
