Paris

Torre Eiffel e museus fecharão mais cedo durante onda de calor

Em junho, o país registrou mais de 2.000 mortes atribuídas à onda de calor e 300 durante as temperaturas elevadas no fim de maio, segundo dados oficiais.

A torre, que atrai quase sete milhões de turistas todos os anos, costuma permanecer aberta até depois da meia-noite durante o verão no hemisfério norte -  (crédito: Dimitar Dilkoff/AFP)
A torre, que atrai quase sete milhões de turistas todos os anos, costuma permanecer aberta até depois da meia-noite durante o verão no hemisfério norte - (crédito: Dimitar Dilkoff/AFP)

A Torre Eiffel e outros pontos emblemáticos de Paris anunciaram fechamentos antecipados neste fim de semana devido às temperaturas elevadas, com grande parte da França em alerta vermelho durante a terceira onda de calor desde maio.

O operador da Torre Eiffel informou que o monumento "fechará excepcionalmente" neste sábado e domingo às 16h00 (11h00 de Brasília) devido às "altas temperaturas previstas".

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A torre, que atrai quase sete milhões de turistas todos os anos, costuma permanecer aberta até depois da meia-noite durante o verão no hemisfério norte.

Os dois museus mais famosos da capital francesa, o Louvre e o Orsay, adotaram medidas semelhantes. O primeiro fechará às 16h00 (11h00 de Brasília) até segunda-feira, inclusive, enquanto o segundo encerrará as atividades às 17h00 (12h00 de Brasília) até quarta-feira.

Vinte e quatro departamentos, onde vivem 22,2 milhões de pessoas segundo um cálculo da AFP, estavam neste sábado sob o nível máximo de alerta emitido pelo serviço meteorológico nacional, a Méteo-France. Entre eles, estão Paris e sua região metropolitana.

O país europeu enfrenta sua terceira onda de calor em dois meses, enquanto a anterior, ocorrida no mês passado, bateu recordes.

Em junho, o país registrou mais de 2.000 mortes atribuídas à onda de calor e 300 durante as temperaturas elevadas no fim de maio, segundo dados oficiais.

O governo francês recebeu muitas críticas por "falta de preparação" diante do calor extremo, cuja frequência crescente os cientistas atribuem às mudanças climáticas causadas pelo ser humano. 

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Por AFP
postado em 11/07/2026 14:40
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