CLIMA

Áustria registra recorde histórico de temperatura com 41°C

O recente aumento das temperaturas ocorre em um período já excepcional de calor e baixa precipitação nos últimos meses, com diversos recordes locais quebrados

 A man and a woman walk on the shady side of the street on August 4, 2026 in Eisenstadt, Austria. Austria set a new temperature record on August 4, 2026 with 40.8C measured in Vienna, the national weather agency said. (Photo by HARALD SCHNEIDER / APA / AFP) / Austria OUT
      Caption  -  (crédito: Harald Schneider/APA /AFP)
A man and a woman walk on the shady side of the street on August 4, 2026 in Eisenstadt, Austria. Austria set a new temperature record on August 4, 2026 with 40.8C measured in Vienna, the national weather agency said. (Photo by HARALD SCHNEIDER / APA / AFP) / Austria OUT Caption - (crédito: Harald Schneider/APA /AFP)

A Áustria bateu seu recorde histórico de calor com uma máxima de 41°C registrada em Viena, anunciou nesta terça-feira (4) o serviço meteorológico GeoSphere Austria. 

A medição foi feita na estação Vienna-Stammersdorf, a noroeste da capital, explicou a agência meteorológica austríaca em um comunicado, superando os 40,8°C registrados horas antes. 

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Essas temperaturas superam o recorde nacional anterior de 40,5°C, alcançado em 8 de agosto de 2013, na estação Bad Deutsch-Altenburg, no leste do país. 

Em Viena, o dono de um restaurante disse à AFP que "muito poucas" pessoas estavam frequentando seu estabelecimento e descreveu o clima como uma "catástrofe". 

"Só esperamos que essa onda de calor passe. O que podemos fazer? Nada... Ninguém quer comer ou beber nada. Tudo o que as pessoas querem é ficar em casa", disse Nasir Dis, de 60 anos.

O recente aumento das temperaturas ocorre em um período já excepcional de calor e baixa precipitação nos últimos meses, com diversos recordes locais quebrados. 

O país europeu registrou seu quarto julho mais quente da história e, "em algumas estações meteorológicas, o déficit de chuvas chegou a 90%", segundo a GeoSphere Austria. 

O calor extremo, que os cientistas atribuem às mudanças climáticas causadas pela atividade humana, ressecou a vegetação e os solos em todo o continente europeu, aumentando o risco de incêndios florestais.

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Por AFP
postado em 04/08/2026 15:12
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