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Tempestade geomagnética atinge a Terra até amanhã; veja os riscos

Fenômeno de nível moderado, previsto por agência dos EUA, pode gerar auroras boreais e causar instabilidades em sistemas de energia e comunicação

A Terra está sob alerta para uma tempestade geomagnética até este sábado (29/8), provocada por uma ejeção de massa coronal (EMC) do Sol. A informação foi divulgada pela Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos (NOAA) em um comunicado na quarta-feira (26/8).

Segundo a NOAA, a EMC consiste em uma grande quantidade de plasma e campo magnético que, ao atingir a Terra, pode intensificar a atividade geomagnética. O órgão afirma que "alertas desse nível são incomuns, mas não raros".

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O fenômeno ocorre em conjunto com os efeitos de um buraco coronal, uma área na coroa do Sol com menor densidade de plasma. Essa configuração permite que o vento solar escape em alta velocidade para o espaço.

Os efeitos começam quando esse material veloz chega perto da Terra e comprime o campo magnético que envolve o planeta. Quanto mais forte o impacto, maior pode ser a perturbação, elevando a chance de uma tempestade geomagnética.

Nível da tempestade e possíveis efeitos

A escala para tempestades geomagnéticas vai de G1 a G5, sendo o último um nível extremo. A NOAA prevê condições de nível G2, considerado moderado, entre sexta-feira e sábado.

Nesse nível, os sistemas de energia em altas latitudes podem registrar alarmes de tensão. Tempestades de longa duração podem causar danos a transformadores.

A propagação de rádio de alta frequência (HF) pode sofrer atenuação em latitudes mais elevadas. Auroras boreais podem ser observadas em locais ao sul como Nova York e Idaho, nos Estados Unidos, que correspondem a cerca de 55° de latitude geomagnética.

Na quarta-feira, a NOAA já havia emitido um alerta para uma tempestade G1, menor, que deveria atingir o planeta na quinta-feira, 27. Os efeitos previstos eram oscilações fracas na rede elétrica, impacto mínimo em satélites e em aves migratórias.

Com informações da Agência Estado

Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.

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