DE MINAS A BRASÍLIA

Izalci se une a Nikolas em caminhada de protesto até Brasília

Ato político reúne aliados da oposição contrários a decisões do STF e condenações do 8 de janeiro

O senador disse que divulgará em breve o horário de uma concentração prevista para o próximo domingo (25/1), na reta final do percurso, na Esplanada  -  (crédito: Reprodução/Instagram)
O senador disse que divulgará em breve o horário de uma concentração prevista para o próximo domingo (25/1), na reta final do percurso, na Esplanada - (crédito: Reprodução/Instagram)

O senador Izalci Lucas (PL-DF) confirmou participação na chamada “Caminhada pela Justiça e Liberdade”, organizada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que percorre trechos da BR-040 em direção a Brasília. O encontro entre os dois está previsto para ocorrer em Valparaíso de Goiás (GO), cidade na divisa com o Distrito Federal, de onde seguirão juntos até a capital federal.

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Iniciado no interior de Minas Gerais, o ato tem caráter simbólico e vem sendo divulgado por Nikolas Ferreira como um protesto pacífico. Segundo o parlamentar mineiro, o ato busca chamar atenção para o que ele e seus aliados classificam como excessos do Supremo Tribunal Federal (STF), além de criticar as prisões e condenações relacionadas aos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023, incluindo a situação jurídica do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

"Caminhada brilhante" e ato final

Izalci Lucas destacou que a mobilização tem ganhado adesão de parlamentares da oposição. “Vou encontrar com o Nikolas nessa caminhada brilhante que ele está fazendo. Vários deputados e senadores já aderiram”, declarou. O senador também disse que divulgará nos próximos dias o horário de uma concentração prevista para domingo (25), na reta final do percurso, na Esplanada dos Ministérios, onde deve ocorrer um ato político.

A caminhada ocorre em um momento de acirramento entre governo e oposição, especialmente após o veto integral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao projeto de lei que trata da dosimetria das penas aplicadas aos condenados pelos ataques às sedes dos Três Poderes.

O veto aprofundou o discurso bolsonarista de que há punições desproporcionais, enquanto o Planalto e aliados defendem a manutenção das decisões judiciais como forma de preservar o Estado Democrático de Direito.

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postado em 21/01/2026 12:18 / atualizado em 21/01/2026 12:19
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