Investigação

Caso Master: alvo de ação da PF no Amapá foi indicado por Alcolumbre

Presidente do Congresso se manifestou após vir à tona investigação sobre investimento de R$ 400 milhões da Previdência do Amapá em títulos privados. Senador disse esperar que "os verdadeiros culpados sejam punidos, na forma da lei"

Alcolumbre reafirmou
Alcolumbre reafirmou "total confiança nas instituições e na Justiça brasileira" e defendeu que tudo seja "devidamente apurado e investigado" - (crédito: Carlos Moura/Agência Senado)

O presidente do Congresso Nacional  e do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP), divulgou nota nesta sexta-feira (6/2) após a Polícia Federal deflagrar uma operação contra a cúpula da Amapá Previdência (Amprev), atualmente presidida por Jocildo Silva Lemos, que chegou ao cargo após convite do próprio senador. Alcolumbre disse confiar nas instituições e defendeu que as investigações sejam conduzidas com transparência, respeito ao devido processo legal e responsabilização dos culpados.

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A manifestação ocorre após a PF cumprir quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pela 4ª Vara da Justiça Federal, em Macapá, no âmbito de uma investigação que apura suspeitas de irregularidades na aplicação de recursos previdenciários do estado. O foco da apuração é um investimento de cerca de R$ 400 milhões realizado pela Amprev em letras financeiras do Banco Master, em 2024 — montante equivalente a aproximadamente 4,7% do patrimônio líquido da previdência estadual.

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Entre os alvos da operação estão o presidente da Amprev, Jocildo Silva Lemos, e dois conselheiros do comitê de investimentos, Jackson Rubens de Oliveira e José Milton Afonso Gonçalves. A própria sede da instituição também foi alvo das diligências da Polícia Federal.

A Amprev é responsável pela gestão dos recursos previdenciários de cerca de 4.704 beneficiários, entre aposentados e pensionistas do estado do Amapá.

Na nota divulgada pela assessoria da Presidência do Senado, Alcolumbre reafirmou “total confiança nas instituições e na Justiça brasileira” e defendeu que tudo seja “devidamente apurado, investigado, esclarecido e conduzido com transparência e respeito ao devido processo legal”. O senador declarou ainda esperar que, ao final das apurações, “os verdadeiros culpados sejam punidos, na forma da lei”.

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Por Wal Lima
postado em 06/02/2026 14:24 / atualizado em 06/02/2026 14:35
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