
O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG), concedeu prazo de cinco dias para o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) disponibilizar o envio do relatório de inteligência financeira de Fábio Luís da Silva, o Lulinha, filho do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O requerimento que pede a quebra de sigilo de Lulinha foi aprovado pela CPMI na última quinta-feira (26/2). Viana solitiou que o relatório de inteligência financeira seja relativo ao período de 1º de janeiro de 2022 a 31 de janeiro de 2026.
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A solicitação da quebra de sigilo foi solicitada pelo relator da CPMI, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), juntamente com o deputado Sidney Leite (PSD-AM), sob a justificativa de suposto envolvimento do filho de Lula como "sócio oculto" de Antônio Camilo Antunes, o “careca do INSS”.
Além do relatório do sigilo bancário de Lulinha, a comissão também solicitou as quebras de sigilo do Banco Master entre 2015 e 2025, e da CredCesta pelo período que vai de abril de 2017 até dezembro de 2025, ambos com argumentos ligados ao mercado de crédito consignado.

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