
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) gravou, na manhã desta quinta-feira (5/3), um pronunciamento em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado no domingo (8/3). A fala, que será veiculada em cadeia nacional de rádio e TV, será transmitida em meio às ações do governo federal para proteger mulheres vítimas de violência doméstica.
Mais cedo, enquanto Lula gravava o pronunciamento ao lado do ministro das Comunicações, Sidônio Palmeira, no Palácio do Alvorada, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciava ações voltadas ao atendimento de mulheres vítimas de violência, com ampliação de serviços no Sistema Único de Saúde (SUS).
Siga o canal do Correio no WhatsApp e receba as principais notícias do dia no seu celular
Entre as iniciativas estão a oferta de teleatendimento em saúde mental, a reconstrução dentária gratuita para vítimas de agressão e a solicitação à Organização Mundial da Saúde (OMS) para inclusão da categoria feminicídio na Classificação Internacional de Doenças (CID-11).
Após a gravação do pronunciamento alusivo ao 8 de março, Lula se reuniu com a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, no período da tarde, no Palácio do Planalto, onde debateram outras iniciativas do governo para defesa das mulheres.
Uma delas trata-se de uma campanha para divulgar, entre entregadores e transportes por aplicativo, canais de atendimento e apoio a mulheres vítimas de violência.
A iniciativa, segundo o Ministério das Mulheres, será realizada em parceria com a Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) — grupo que representa empresas como 99, Uber, Buser, Zé Delivery, Ifood, Flixbus, Alibaba, Amazon, Lalamove e Shein.
Outra iniciativa do Palácio do Planalto é o Pacto Brasil, iniciativa dos Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio. Orquestrada pelo Planalto, a iniciativa busca promover projetos que buscam reduzir as mortes junto ao Congresso e ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Política
Política
Política