AMEAÇA CONTRA MINISTRA

"Estou vivíssima", diz Cármen Lúcia após receber notificação de bomba

Durante palestra em Brasília, ministra do STF afirmou ter sido notificada sobre suposto atentado; STF diz não ter informações oficiais sobre o episódio

Desde os atos antidemocráticos de 2023, a segurança do STF tem sido reforçada, com os magistrados recebendo constantes ameaças -  (crédito: Luiz Silveira/STF)
Desde os atos antidemocráticos de 2023, a segurança do STF tem sido reforçada, com os magistrados recebendo constantes ameaças - (crédito: Luiz Silveira/STF)

A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Cármen Lúcia, afirmou nesta quarta-feira (18/3) ter recebido um aviso de que uma bomba teria sido enviada com o objetivo de matá-la.

O relato foi feito publicamente durante uma palestra sobre os direitos das mulheres realizada no Centro Universitário de Brasília (Ceub). “Agora de manhã, vindo para cá, comunicaram-me que mandaram uma bomba para me matar. Estou no meio de estudantes. Todos viram meus advogados em dois minutos. Pior para quem mandar. Melhor não mandar. E nem sei se é fato, sei que foi noticiado e que estão me ligando. Eu estou vivíssima, cada vez mais”, disse a ministra.

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Fontes do Supremo informaram ao Correio que o Tribunal não possui informações a respeito da situação. Apesar da fala, a magistrada não especifica ter sofrido a ameaça no mesmo dia do evento, apenas que foi notificada, não tendo dito, inclusive, por quem foi avisada da situação.

A segurança de ministros da Corte é feita por policiais judiciais, responsáveis pela proteção das autoridades e instalações do STF. Desde os atos antidemocráticos de 2023, a segurança tem sido reforçada, com os magistrados recebendo constantes ameaças.

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postado em 18/03/2026 12:13 / atualizado em 18/03/2026 13:16
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