
A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) e presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Cármen Lúcia, afirmou nesta quarta-feira (18/3) ter recebido um aviso de que uma bomba teria sido enviada com o objetivo de matá-la.
O relato foi feito publicamente durante uma palestra sobre os direitos das mulheres realizada no Centro Universitário de Brasília (Ceub). “Agora de manhã, vindo para cá, comunicaram-me que mandaram uma bomba para me matar. Estou no meio de estudantes. Todos viram meus advogados em dois minutos. Pior para quem mandar. Melhor não mandar. E nem sei se é fato, sei que foi noticiado e que estão me ligando. Eu estou vivíssima, cada vez mais”, disse a ministra.
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Fontes do Supremo informaram ao Correio que o Tribunal não possui informações a respeito da situação. Apesar da fala, a magistrada não especifica ter sofrido a ameaça no mesmo dia do evento, apenas que foi notificada, não tendo dito, inclusive, por quem foi avisada da situação.
A segurança de ministros da Corte é feita por policiais judiciais, responsáveis pela proteção das autoridades e instalações do STF. Desde os atos antidemocráticos de 2023, a segurança tem sido reforçada, com os magistrados recebendo constantes ameaças.

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