O Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) anunciou, nesta segunda-feira (30/3), ter concedido prisão domiciliar ao ex-policial penal Jorge Guaranho. Ele foi condenado por matar Marcelo Arruda, tesoureiro do Partido dos Trabalhadores (PT) de Foz do Iguaçu (PR). O episódio aconteceu em 2022.
À época, Guaranho invadiu uma festa temática do PT e matou Arruda por motivações ideológicas, conforme relata o processo. Em fevereiro de 2025, acabou condenado a 20 anos de prisão por homicídio duplamente qualificado. O ex-policial penal é apoiador confesso do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em contato com o Correio, o Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) afirmou que a defesa do ex-policial pediu a prisão domiciliar por "sequelas neurológicas, oromandibulares e ortopédicas decorrentes de politraumatismo grave, resultante em hemiparesia esquerda, dor crônica, limitação aos movimentos e comprometimento para a realização das atividades de vida diária, apresentando dificuldade para se alimentar e engasgos frequentes". Após análise dos exames, a Corte aceitou o pedido da defesa, concedido em 17 de março deste ano.
O ex-tesoureiro do PT morreu em 9 de julho de 2022. Marcelo Arruda foi baleado enquanto comemorava o aniversário de 50 anos. A festa contou com a presença de familiares e amigos, e contou com tema especial em alusão ao PT e ao presidente Lula.
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