ELEIÇÕES 2026

Saiba quem são os 11 governadores que deixaram cargos de olho nas eleições

Saídas cumprem exigência legal para disputa em outubro e redesenham cenário político nos estados

Os resultados apontam para um desafio recorrente do Congresso brasileiro: transformar poder institucional em visibilidade e diálogo efetivo com a sociedade -  (crédito: Pedro França/Agência Senado)
Os resultados apontam para um desafio recorrente do Congresso brasileiro: transformar poder institucional em visibilidade e diálogo efetivo com a sociedade - (crédito: Pedro França/Agência Senado)

11 governadores deixaram suas funções para disputar outros cargos nas eleições deste ano. O prazo de desincompatibilização exigência da legislação eleitoral para quem ocupa cargos no Executivo e pretende concorrer terminou ontem (4/3), provocando uma movimentação significativa nos governos estaduais.

Entre os que deixaram os postos, dois miram o Palácio do Planalto. Ronaldo Caiado (PSD), de Goiás, já se colocou como pré-candidato à Presidência da República. Em Minas Gerais, Romeu Zema (Novo) também se despediu do cargo após dois mandatos consecutivos e sinalizou intenção de entrar na disputa nacional, embora ainda não tenha oficializado a candidatura.

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O CORREIO BRAZILIENSE NOGoogle Discover IconGoogle Discover SIGA O CB NOGoogle Discover IconGoogle Discover

A maior parte, no entanto, volta os olhos para o Senado. Nove governadores optaram por renunciar para tentar uma vaga na Casa legislativa: Ibaneis Rocha (MDB-DF), Wilson Lima (União-AM),Gladson Cameli (PP-AC), Renato Casagrande (PSB-ES), Mauro Mendes (União-MT), Antonio Denarium (PP-RR), Helder Barbalho (MDB-PA) e João Azevêdo (PSB-PB) .

No Rio de Janeiro, o ex-governador Cláudio Castro (PL) também deixou o cargo com esse objetivo, mas enfrenta um entrave jurídico, já que foi condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) à inelegibilidade até 2030.

Leia também: De olho nas urnas, políticos correm para trocar de partido

O calendário eleitoral avança agora para as próximas etapas. As convenções partidárias, responsáveis por oficializar candidaturas e alianças, estão previstas para ocorrer entre 20 de julho e 5 de agosto. Já o prazo final para registro das candidaturas termina em 15 de agosto.

As eleições de primeiro turno estão marcadas para 4 de outubro, quando cerca de 155 milhões de eleitores devem ir às urnas para escolher presidente, governadores e parlamentares. Caso nenhum candidato alcance a maioria absoluta dos votos válidos, haverá segundo turno em 25 de outubro para os cargos de presidente e governador.

 

  • Google Discover Icon
postado em 05/04/2026 16:10 / atualizado em 05/04/2026 17:02
x