O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, disse nesta terça-feira (7/4) que o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) é um fenômeno no Brasil.
O político ainda previu que o mineiro irá bater o recorde de votos mantido pelo ex-deputado Eduardo Bolsonaro, eleito em 2018 com 1,8 milhão de votos, nas próximas eleições que concorrer a deputado federal. A afirmação foi feita durante um evento de investimentos do Bradesco BBI, em São Paulo.
Saiba Mais
-
Política Galípolo nega ligações com Moraes e diz que encontros no STF foram institucionais
-
Política Galípolo detalha reunião no Planalto com Vorcaro e nega interferência política
-
Política REDE reage com "indignação" à permanência de Marina no partido
-
Política Galípolo defende sigilo sobre Banco Master e afirma seguir regras vigentes
-
Política Campos Neto não comparece novamente à CPI do Crime Organizado
-
Política "Vejo como uma missão", diz Simone sobre possibilidade de ser vice de Flávio
“O Nikolas é o maior fenômeno hoje do Brasil, não existe nada igual. Ele vai bater o recorde de votação. O recorde de votação para deputado federal no Brasil é do Eduardo Bolsonaro em 2018, 1,8 milhão de votos. Lá em Minas, nós temos a metade dos eleitores que nós temos no estado de São Paulo. E o Nikolas vai bater esse recorde, vai passar de 2 milhões de votos”, afirmou o presidente.
Questionado sobre os passos a serem tomados em meio a um conflito interno, com embates digitais entre o deputado mineiro e o filho de Bolsonaro, Valdemar contou que se encontrará com ambos os políticos. Um dos encontros está marcado para esta quarta-feira (8), em que Costa Neto terá um jantar com Nikolas e a equipe dele. Já o outro ocorrerá em 19 de abril, quando o presidente fará uma viagem a Miami, nos Estados Unidos, e encontrará Eduardo.
“Vou conversar com cada um, para que a gente não tenha desentendimento, para que a gente faça com que tudo corra bem”, afirmou. Na sequência, argumentou que, caso Flávio Bolsonaro, o candidato do PL, não ganhe as eleições presidenciais deste ano, Bolsonaro continuaria preso por mais 10 anos.
