ARMAMENTO

PF apreende arma registrada em nome de Bolsonaro no Rio Grande do Sul

A apreensão ocorreu horas após a Polícia Federal realizar, na manhã de quarta, operação de busca e apreensão na casa do ex-presidente, onde ele está preso, em Brasília

O armamento era o último da relação de armas vinculadas ao ex-presidente que ainda não havia sido recolhido -  (crédito: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil)
O armamento era o último da relação de armas vinculadas ao ex-presidente que ainda não havia sido recolhido - (crédito: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil)

A Polícia Federal apreendeu nesta quarta-feira (8/7) uma espingarda registrada em nome de Jair Bolsonaro na residência de um homem, na cidade de Cachoeirinha, no Rio Grande do Sul. A apreensão ocorreu horas após a Polícia Federal realizar, na manhã do mesmo dia, uma operação de busca e apreensão na casa do ex-presidente, onde ele está preso, em Brasília.

Essa ação, que durou cerca de uma hora e não encontrou armamentos, foi realizada em cumprimento a uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O homem que tinha a posse da arma de Bolsonaro, segundo informações da CNN, era o proprietário de uma loja de armamentos no Rio Grande do Sul.

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Ele procurou espontaneamente a PF para entregar a espingarda registrada em nome de Bolsonaro. O armamento era o último da relação de armas vinculadas ao ex-presidente que ainda não havia sido recolhido. As buscas da PF por armamentos em nome de Jair Bolsonaro ocorreu após uma blitz da polícia do Distrito Federal parar um segurança do ex-presidente e apreender uma pistola registrada em nome dele. 

Críticas

A ação da Polícia Federal para buscar armamentos em nome de Jair Bolsonaro foi criticada pelo seu filho e presidenciável do PL, Flávio Bolsonaro. Durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais, o parlamentar classificou a medida como uma “cortina de fumaça” e afirmou que a defesa já havia prestado esclarecimentos sobre a localização de todas as armas registradas em nome do pai.

A operação também foi criticada pelo pré-candidato do Novo à presidência nas eleições de outubro, Romeu Zema. Para ele, que também questionou a atuação de Moraes no caso, a operação dao Polícia Federal seria "extremamente suspeita". 

 

 

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postado em 08/07/2026 23:20 / atualizado em 08/07/2026 23:26
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