
A defesa do ex-presidente do Banco de Brasília (BRB) Paulo Henrique Costa pediu acesso ao parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) que rejeitou a proposta de delação premiada. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, disse que as informações propostas apresentavam baixa utilidade prática.
A decisão de Gonet foi enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF) em 25 de junho. No parecer, o procurador disse que o pedido era de "baixa utilidade prática" e "débil eficácia".
De acordo com a defesa, eles tomaram conhecimento da rejeição pela imprensa. Cinco dias depois, em 30 de junho, entraram com o pedido de acesso ao documento, com base na Lei de Acesso à Informação (LAI). A informação foi revelada primeiramente pelo jornal Folha de S.Paulo.
Paulo Henrique está preso desde 16 de abril por envolvimento com o Banco Master. Ele teria recebido mais de R$ 146 milhões de propina de Daniel Vorcaro, dono do Master. O ex-presidente foi detido durante a quarta fase da Operação Compliance Zero.
*Estagiária sob a supervisão de Andreia Castro
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