
O ex-prefeito de Divinópolis Gleidson Azevedo (Republicanos-MG) postou vídeo nas redes sociais, nesta quinta-feira (30/7), convocando uma mobilização virtual da população, para garantir a candidatura do irmão, senador Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG), ao governo de Minas Gerais.
A movimentação é feita um dia depois do Republicanos emitir uma nota dizendo que o senador não será candidato ao governo mineiro. O partido apontou que a indefinição de Cleitinho inviabilizou o projeto eleitoral da legenda para 2026.
“Eu estou aqui pedindo a toda a população mineira para compartilhar esse vídeo, para a gente mobilizar toda a população — que não gosta de injustiça e quer ver o Cleitinho como candidato — para poder sensibilizar os presidentes do partido”, afirma o ex-prefeito durante o vídeo.
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Horas após o partido negar a candidatura de Cleitinho, o senador convocou uma coletiva de imprensa e anunciou que estaria na disputa com o ex-prefeito de Patos de Minas Luis Eduardo Falcão (Republicanos) na vaga de vice. “Qual partido vai perder um candidato que, como eu, está liderando as pesquisas com 40% das intenções de voto? Eu acredito que o partido não vai querer me perder”, disse.
Um dos pontos levantados pelo partido foi a ausência de Cleitinho na convenção estadual do Republicanos realizada no último sábado (25). O parlamentar disse que, no domingo (26), mandou uma carta ao presidente nacional do partido, Marcos Pereira, explicando o motivo da falta, “e ele disse que estava tudo certo”.
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Há cerca de duas semanas, outro irmão de Cleitinho, Matheus Azevedo, faleceu em decorrência de complicações de uma leucemia. Embora a legenda reconheça que o senador não compareceu na convenção por motivos pessoais, o episódio foi visto como um fato que obrigou aliados a redefinirem suas estratégias para a eleição.
No vídeo publicado hoje, Gleidson reiterou que a ausência de Cleitinho nas últimas semanas se deve ao luto e que “o sistema” estaria trabalhando para o manter fora das eleições. Ainda durante a publicação, ele ameaça deixar a própria candidatura a deputado federal, diante do cenário de rejeição da candidatura do irmão pelo partido.

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