ELEIÇÕES 2026

Lula e Flávio Bolsonaro ficam fora do top 5 dos presidenciáveis mais ricos

Brasil tem 13 candidatos à Presidência da República; Correio fez um levantamento dos candidatos mais ricos de acordo com os bens declarados ao TSE

Brasil tem 13 candidatos à Presidência da República -  (crédito: Antônio Cruz/ Agência Brasil)
Brasil tem 13 candidatos à Presidência da República - (crédito: Antônio Cruz/ Agência Brasil)

Com o fim do prazo para o registro de candidaturas às Eleições de 2026, todos os nomes na disputa pelo voto estão disponíveis no sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O registro traz informações como nome completo, data de nascimento, CPF e bens declarados. 

A partir dos dados encontrados no TSE, o Correio fez um levantamento dos candidatos à Presidência da República mais ricos. Os principais nomes da disputa, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), não estão no top 5.

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Confira a lista completa:

Pablo Marçal (PRTB) — R$ 7.418.372.569,00* (Candidato solicitou correção ao sistema do TSE)

Augusto Cury (Avante) — R$ 242.281.162,52

Romeu Zema (Novo) — R$ 178.707.610,09

Ronaldo Caiado (PSD) — R$ 52.557.930,98

Wilson Grassi (Democrata) — R$ 50.000.000,00

Flávio Bolsonaro (PL) — R$ 8.186.555,83

Lula (PT) — R$ 4.775.650,64

Clariana Barão (DC) — R$ 1.820.760,17

Renan Santos (Missão) — R$ 795.089,00

Edmilson Costa (PCB) — R$ 454.485,68

Samara Martins (UP) — R$ 33.000

Hertz Dias (PSTU) — Não há bens a declarar 

Rui Costa Pimenta (PCO) — Não há bens a declarar 

Apesar do registro no TSE, o empresário e candidato pelo PRTB, Pablo Marçal, disse que a declaração disponível no sistema do tribunal está errada e que já mandou corrigir as informações. Até o momento, a correção não foi feita e o candidato não informou qual seria o valor correto.

Além do erro no registro, a candidatura de Marçal tem outra polêmica. Em 2025, o empresário foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) por abuso de poder econômico e uso indevido dos meios de comunicação durante as eleições de 2024, condição que o tornou inelegível por 8 anos, ou seja, Marçal só poderia ser candidato em 2032. 

De acordo com o TSE, o preenchimento dos bens é de responsabilidade dos candidatos e dos partidos. Portanto, é preciso informar bens em nome próprio, como casas e carros, e os valores de participações em empresas, além de saldos em contas bancárias, poupanças, ações em bolsa e outras aplicações.

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postado em 17/08/2026 11:52 / atualizado em 17/08/2026 11:54
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