
O candidato à Presidência pelo Missão, Renan Santos, anunciou, nesta quinta-feira (17/9), que acionará a Justiça Eleitoral para derrubar o aumento do Bolsa Família para R$ 691, anunciado hoje pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Durante um vídeo publicado no Instagram, ele afirmou que o reajuste configura crime eleitoral.
Segundo Renan, a legislação eleitoral não permite a alteração de benefícios sociais em ano de eleição, e afirmou que a medida de Lula tem como objetivo comprar votos.
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"Ele usa isso para comprar votos para se reeleger e você que trabalha, paga a conta. Isto é crime. A lei eleitoral não permite que você altere benefícios sociais em ano eleitoral. Ele está fazendo isso no meio da eleição, fazendo aquilo que ele sabe fazer de melhor: quer comprar a consciência das pessoas", afirmou.
No vídeo, Renan Santos criticou ainda o candidato Flávio Bolsonaro, que, segundo ele, defende o Bolsa Família como “direito adquirido”.
"O canalha do Flávio Bolsonaro está dizendo que o Bolsa Família é um direito adquirido. Isso significa que esse valor que o Lula aumenta, se o Flávio ganha, ele mantém e não pode alterar. E aí você que está trabalhando, ralando, vai pagar essa conta", disse.
Para o presidenciável, o benefício deve ser restrito a quem não tem condições de trabalhar e disse que, se eleito, vai criar uma frente de trabalho. "Eu não vou permitir que o Brasil que trabalha e produz seja refém desse tipo de populismo. Eu vou acabar com esses aumentos absurdos. Só vai receber Bolsa Família quem precisa estritamente. Quem pode trabalhar, vai trabalhar. Eu vou criar a frente de trabalho. É isso que brasileiro sério faz", afirmou.
*Estagiária sob a supervisão de Andreia Castro
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