O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) saiu em defesa das mulheres durante ato em São José do Rio Preto (SP) com aliados do estado neste sábado (5/9).
“As mulheres aprenderam ir para o mercado de trabalho. Os homens não aprenderam a ir para a cozinha ainda. As mulheres estão conquistando espaço e a violência contra elas vem aumentando. E é por isso que o nosso combate ao feminicídio vai ser muito pesado. Homem que bate mulher tem que ser preso”, afirmou Lula.
O petista destacou a independência feminina e a conquista no espaço político, ressaltando que São Paulo pode eleger duas mulheres ao Senado nesta eleição.
“É a primeira vez que São Paulo tem a chance de eleger duas candidatas ao Senado. As mulheres nunca estiveram tão em alta na política desse país”, exaltou as aliadas e ex-ministras do Planejamento e Meio Ambiente em seu governo: Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede).
Lula também falou sobre a questão do feminicídio, afirmou que mulheres não são obrigadas a nada e que os homens deveriam fazer carinho ao invés de agredir suas parceiras.
“Ninguém é escrava de ninguém. Ninguém é obrigado a morar com ninguém atrás de um aluguel ou de um prato de comida. A gente mora porque a gente gosta, a gente mora porque a gente se sente bem. Então para que levantar a mão para bater na mulher? Levanta a mão para fazer um cafuné, um carinho, é tão melhor. As mulheres aprenderam uma coisa: mulher não quer ser objeto de tanque, de ferro ou de cama. Mulher quer fazer o que ela quiser, trabalhar onde quiser, morar o que ela quiser, se vestir como ela quiser”, defendeu o candidato à reeleição.
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