
O primeiro turno das eleições de 2026 começou às 8h deste domingo (4/10), com acompanhamento direto do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). No primeiro boletim divulgado pela Corte, 421 urnas eletrônicas haviam sido substituídas até as 10h devido a falhas técnicas.
São Paulo, maior colégio eleitoral do país, registrou o maior número de substituições, com 86 ocorrências. Na sequência aparecem o Paraná, com 60 urnas substituídas, e Pernambuco, com 53.
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O TSE não informa os motivos que levaram à substituição das urnas. Em geral, a troca ocorre devido a falhas operacionais. Neste ano, 55 auditores do Tribunal de Contas da União (TCU) acompanham testes de integridade que são realizados em urnas espalhadas por todas as unidades da federação, informou o TSE. Até o momento, nenhuma ocorrência foi registrada.
Caso até mesmo a urna eletrônica substituída apresente falha, a legislação prevê que, como último recurso, seja adotada a votação com cédula de papel. Até o momento, contudo, isso não foi necessário nas eleições deste ano.
- Leia também: Quando o resultado da eleição será divulgado e onde acompanhar a apuração do TSE em tempo real
Para enfrentar eventuais problemas técnicos durante a votação, a Justiça Eleitoral mantém milhares de urnas de contingência preparadas para serem acionadas imediatamente, garantindo a continuidade do processo eleitoral.
Ao todo, 158 milhões de eleitores estão aptos a participar do primeiro turno. Para a eleição deste ano, o TSE preparou 568,2 mil urnas eletrônicas, incluindo os equipamentos destinados à contingência.
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