
Camilo ressaltou que a abertura de sigilos dos candidatos deve ser intermediada por um árbitro - (crédito: Guilherme Cavalcanti/D.A/CB)
O senador Camilo Santana (PT-CE), um dos coordenadores da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), levantou suspeitas, nesta sexta-feira (23/10), sobre a decisão do adversário Flávio Bolsonaro (PL) de condicionar a abertura de seus sigilos fiscais e telefônicos a uma decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A medida foi anunciada momentos após o vice-presidente da Corte, ministro André Mendonça, se manifestar contra a responsabilidade do tribunal em decisões que envolvam a liberação voluntária de sigilos.
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postado em 23/10/2026 15:33 / atualizado em 23/10/2026 18:40
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