Atualizado em setembro de 2026.
Dominar o Código de Ética e Disciplina da OAB, aprovado pela Resolução nº 02/2015, é um passo decisivo para a aprovação no Exame de Ordem e um diferencial em concursos públicos da área jurídica. A disciplina, que integra o conteúdo programático da primeira fase da prova da Ordem, exige mais do que memorização: é preciso compreender a lógica que rege a conduta profissional da advocacia no Brasil.
A relevância do tema transcende os exames, sendo fundamental para a construção de uma carreira sólida e para a manutenção da credibilidade da advocacia perante a sociedade. O conhecimento das normas de conduta não apenas previne infrações disciplinares, mas também fortalece a função social do advogado e a confiança no sistema de Justiça.
Como a ética profissional é cobrada nas provas
Nos exames, as questões sobre ética profissional costumam ser diretas e baseadas em situações práticas. O candidato é frequentemente colocado diante de um cenário hipotético no qual precisa identificar a conduta correta ou a infração cometida por um advogado. A cobrança se concentra em eixos principais do Código de Ética e do Estatuto da Advocacia.
Os temas mais recorrentes incluem:
- Direitos e prerrogativas do advogado: como a inviolabilidade do escritório e a comunicação com o cliente.
- Infrações e sanções disciplinares: desde uma simples advertência até a exclusão dos quadros da OAB.
- Honorários advocatícios: regras para contratação, formas de cobrança e limites éticos.
- Publicidade na advocacia: o que é permitido e o que configura captação indevida de clientela.
- Sigilo profissional: a importância e as exceções da confidencialidade na relação com o cliente.
É importante notar que as bancas examinadoras, especialmente a Fundação Getulio Vargas (FGV), tradicionalmente abordam esses temas por meio de casos práticos, exigindo do candidato a aplicação da norma a uma situação hipotética.
Estratégias para gabaritar as questões
Para se preparar de forma eficiente, o estudo deve ser estratégico. A leitura atenta da legislação é o ponto de partida, mas não é suficiente. É fundamental aliar a teoria à prática, resolvendo um grande volume de questões de exames anteriores para entender o padrão da banca examinadora.
Além disso, focar nos artigos mais cobrados historicamente pode otimizar o tempo de estudo. Dedicar atenção especial às decisões recentes do Conselho Federal da OAB e dos Tribunais de Ética e Disciplina também é um diferencial, pois as provas costumam incorporar entendimentos atualizados sobre a prática profissional.










