
A Polícia Civil do Rio de Janeiro apura as circunstâncias do atropelamento que causou a morte da jovem Mariana Tanaka Abdul Hak, de 20 anos. O acidente deixou outras duas pessoas feridas e ocorreu em Ipanema, na Zona Sul da capital, segundo a corporação.
Mariana morreu no domingo (17/5), após não resistir aos ferimentos um dia após o acidente, conforme informações divulgadas pelo g1. Ela era filha dos diplomatas Ibrahim Abdul Hak Neto, assessor especial da Presidência da República para temas de paz e segurança, e Ana Patrícia Neves Abdul Hak.
Após viver cerca de dez anos no exterior, ela retornou ao Brasil após assinar contrato com uma multinacional do setor de cosméticos no Rio de Janeiro.
Ibrahim esteve no Rio de Janeiro para providenciar a liberação do corpo e organizar o traslado para São Paulo. O velório e o sepultamento estão previstos para quinta-feira (21/5). De acordo com relato do pai à TV Globo, a jovem havia chegado recentemente ao Rio de Janeiro para iniciar uma nova fase da vida profissional.
O diplomata informou ainda que a filha sofreu diversas fraturas e morreu em consequência de um traumatismo craniano. Formada em administração de empresas, ela começaria a trabalhar em uma multinacional do setor de cosméticos e pretendia fixar residência na cidade.
Ana Patrícia também ficou ferida no atropelamento, mas já recebeu alta médica, assim como a terceira vítima do acidente, que não foi identificada.
Segundo a Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), o caso foi registrado na 14ª DP (Leblon). O motorista envolvido prestou depoimento e a perícia foi realizada no local. Ele foi submetido a testes de bafômetro e drogas, ambos com resultado negativo. A van foi apreendida e passará por perícia. A corporação também informou que as "diligências estão em andamento para esclarecer os fatos".
*Com informações da Agência Estado
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