PARANÁ

FAB descarta anormalidades após vídeos de suposto OVNI no Paraná

Força Aérea afirma que radares não registraram ocorrências fora do padrão na região de Campo Largo

Posicionamento surge após a Abin negar autenticidade de documento divulgado pelo influenciador Mayk Leão
 -  (crédito: Reprodução/Redes sociais)
Posicionamento surge após a Abin negar autenticidade de documento divulgado pelo influenciador Mayk Leão - (crédito: Reprodução/Redes sociais)

Os relatos  de sons incomuns em um sítio de Campo Largo, na região metropolitana de Curitiba, teve novos desdobramentos nesta quarta-feira (3/6). Depois de mobilizar milhões de visualizações nas redes sociais e gerar uma onda de especulações na internet, o caso levou a Força Aérea Brasileira (FAB) a se manifestar oficialmente.

Segundo o comunidado, não houve registro de qualquer atividade aérea considerada incomum na região durante o período citado pelo influenciador Mayk Leão. A informação foi repassada por meio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo, responsável pelo monitoramento do tráfego aéreo no país.

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A manifestação ocorreu após diversos usuários passarem a relacionar o episódio a supostas operações militares e movimentações de aeronaves de defesa. Algumas publicações chegaram a sugerir que caças teriam sido acionados para acompanhar o aparecimento de um objeto voador não identificado (OVNI), relatado pelo influenciador.

Porém, de acordo com a Força Aérea, os sistemas de vigilância não identificaram objetos desconhecidos na área e não houve registros de ocorrências fora da normalidade. A instituição também informou que aeroportos próximos não reportaram situações atípicas relacionadas ao caso.

O esclarecimento da FAB chega depois de outro desmentido envolvendo a repercussão dos vídeos. Na terça-feira (2/6), Mayk divulgou uma carta atribuída à Agência Brasileira de Inteligência  (Abin). O documento mencionava a repercussão internacional do episódio e fazia referência a possíveis contatos de órgãos estrangeiros.

A publicação rapidamente ganhou espaço nas redes sociais, mas a agência  informou que não enviou qualquer comunicação ao influenciador e afirmou não reconhecer a autenticidade do material divulgado.

Mesmo com as manifestações dos dois órgãos federais, o interesse pelo caso continua crescendo. O influenciador afirma não saber o que presenciou e diz que nunca produziu conteúdo voltado a fenômenos aéreos ou extraterrestres.

*Estagiária sob supervisão de Rafaela Soares

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postado em 03/06/2026 19:09
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