A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (16), uma operação contra fraudes na residência médica. De acordo com as investigações, formados em medicina pagavam terceiros para irem realizar a prova, por meio da falsificação de documentos.
De acordo com a corporação, a ação cumpriu seis mandados de busca e apreensão nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Pará e Maranhão". As medidas judiciais têm como alvo três médicos suspeitos de utilizar interpostas pessoas para a realização do exame em seus nomes, mediante uso de documentos de identidade falsificados.
Além disso, outros três médicos investigados por suposta atuação no recrutamento de interessados na fraude. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos aparelhos de telefone celular.
A operação é um desdobramento da primeira fase, realizada em 2025. Na ocasião, oito pessoas foram presas em flagrante, durante a aplicação da prova em Juiz de Fora, em Minas Gerais. Os aparelhos eletrônicos apreendidos durante as diligências serão periciados para uso das informações no aprofundamento das investigações.
Os investigadores querem saber a dimensão do esquema. Os investigados, se condenados, além de responderem criminalmente pela conduta, podem sofrer sanções no âmbito profissional, inclusive com o impedimento de exercer a profissão, por violação ética.
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