Apoio

Ação em Samambaia busca estimular combate de violência contra a mulher

Na última sexta-feira (16/7), ação da Secretaria da Mulher percorreu comércio e divulgou endereços de equipamentos públicos que acolhem vítimas na cidade

Danielle Souza*
postado em 19/07/2021 16:54 / atualizado em 19/07/2021 17:04
Ação percorreu bares, restaurantes, comércios e espaços públicos da cidade -  (crédito: Divulgação/Secretaria da Mulher)
Ação percorreu bares, restaurantes, comércios e espaços públicos da cidade - (crédito: Divulgação/Secretaria da Mulher)

Na tarde da última sexta-feira (16/7), um grupo de mulheres mobilizado pela Secretaria da Mulher percorreu a via comercial de Samambaia. Foram entregues folders aos pedestres, e cartazes afixados indicando equipamentos públicos da cidade que prestam atendimento a vítimas de violência doméstica.

O foco da equipe eram as lojas e os bares que se preparavam para receber o público da noite.
A ação encerrou em Samambaia a Jornada Zero de Violência contra Mulheres e Meninas. Durante a semana, uma série de encontros foram promovidos para orientar tanto o público feminino quanto o masculino para a importância de se combater a violência de gênero. Um abraço simbólico à região administrativa foi feito em uma rotatória ao redor de uma obra do projeto Monumentos para Samambaia, criado em 2005 pelo mestre em educação, Clayton Braga, e pelo artista plástico e pioneiro da cidade Elton Skartazini.

De acordo com a Coordenadora de Equipamentos da Subsecretaria de Enfrentamento à Violência contra Mulheres, Zane Steinmetz, a ação da pasta pode contribuir para a redução dos casos de feminicídios. Segundo ela, a ação pode sensibilizar a população de que não se trata de um problema da mulher e sim de todos.

Há um mapa contendo endereços onde se pode fazer denúncias e buscar prevenção, como os das seções de Atendimento à Mulher nas 26ª e 32ª Delegacias de Polícia; onde há serviços de assistência social a famílias e indivíduos em situação de vulnerabilidade, como os centros de Referência em Assistência Social (Cras), e no atendimento a famílias e pessoas em situação de violência e violação de direitos, como o Centro de Referência Especializado em Assistência Social (Creas).

 

“A divulgação desse mapa é importante porque a maioria das pessoas não sabe a quem recorrer para denunciar, buscar socorro ou mesmo impedir que atos violentos contra as mulheres aconteçam. Agora isso já é possível aqui na cidade”, disse a secretária da Mulher, Ericka Filippelli.

Saiba os números para pedir ajuda:

Números disponíveis pela Jornada Zero de Violência contra Mulheres e Meninas
Números disponíveis pela Jornada Zero de Violência contra Mulheres e Meninas (foto: Divulgação/Secretaria da Mulher)
 

Com informações da Secretaria da Mulher do DF

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

CONTINUE LENDO SOBRE