Droga rara

PF apreende 13,7kg de cocaína colorida no Aeroporto de Brasília

Policiais prenderam nesta quinta-feira (12/05) um passageiro peruano que tentava viajar para Portugal com a substância escondida na mala

Thaís Moura
postado em 13/05/2022 16:41 / atualizado em 13/05/2022 16:41
Para não levantar suspeitas, a droga foi previamente embalada em pacotes de alimentos orgânicos e era apresentada em diversas cores -  (crédito: Divulgação/Receita Federal)
Para não levantar suspeitas, a droga foi previamente embalada em pacotes de alimentos orgânicos e era apresentada em diversas cores - (crédito: Divulgação/Receita Federal)

A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal apreenderam, nesta quinta-feira (12/05), no Aeroporto Internacional de Brasília, 13,7kg de cocaína colorida, também conhecida como "cocaína preta", droga rara originada da combinação entre a pasta-base e outras resinas que disfarçam o odor e a aparência da substância.

A droga estava escondida na mala de um passageiro peruano que tentava viajar para Lisboa, em Portugal. De acordo com a Receita Federal, ele chegou a Brasília pela via rodoviária e embarcaria com destino final a Portugal. O homem, de 18 anos, foi preso em flagrante. A Receita também informou, em nota, que apenas nos últimos quatro dias foram apreendidos mais de 44kg de cocaína no Aeroporto de Brasília, em três operações diferentes. 

Segundo informações da PF, as autoridades identificaram, durante ação rotineira de fiscalização no aeroporto, uma mala suspeita que continha diversos pacotes com supostas substâncias orgânicas. Quando o peruano abriu a mala, no entanto, os policiais encontraram a droga escondida em embalagens de produtos naturais.

O passageiro que transportava a substância, apresentada em diversas cores, foi detido pela PF após embarcar na aeronave. Ele poderá responder pelo crime de tráfico internacional de drogas, com pena de até 25 anos de prisão. Em 2019, um passageiro colombiano já havia sido preso no Aeroporto de Brasília enquanto levava cerca de 4kg de cocaína negra escondidos na mala, além de 485 euros e 903 mil pesos colombianos.

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