A Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA) abriu os editais do Prêmio Brasil Artesanal 2026 com foco em três cadeias de valor: azeite de oliva, cachaça de alambique e doce de leite.
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A iniciativa, que chega a 15ª edição, mira pequenos e médios produtores e funciona como vitrine comercial para produtos com apelo de origem e valor agregado.
No caso do doce de leite, o concurso é voltado a fabricantes com produção anual de até 300 toneladas; na cachaça, o limite é de 20 mil litros por ano.
O edital do azeite amplia o escopo técnico, com apoio de instituições de pesquisa e categorias como blend e monovarietal. Além do reconhecimento simbólico, os cinco primeiros colocados de cada concurso recebem premiação em dinheiro e exposição nos canais do Sistema CNA/Senar — um ativo relevante para quem busca acesso a novos mercados e diferenciação em prateleira.
O movimento reforça a estratégia da CNA de usar certificação, narrativa e qualidade como instrumentos econômicos para fortalecer a agroindústria artesanal no país. "O Prêmio CNA Brasil Artesanal vai além da premiação, reconhece a excelência dos produtos artesanais brasileiros e se torna um importante apoio ao desenvolvimento do produtor e sua família, fortalecendo sua produção, valoriza e estimula a melhoria contínua dos processos e ampliando o acesso a novos mercados", afirma Fernanda Regina Silva, assessora técnica da entidade.
Falsificação de insumos agrícolas
A falsificação de insumos agrícolas ganhou escala e passou a representar um risco estrutural para o agronegócio. Dados reunidos pela CropLife Brasil indicam que cerca de 30% do mercado de sementes têm origem desconhecida, enquanto defensivos ilegais já alcançam 25% das vendas no país. O impacto financeiro é relevante: estudo da entidade com a Céleres estima perdas de
R$ 10 bilhões por ano apenas com pirataria de sementes de soja, que ocupam 11% da área plantada, um índice que chega a 28% no Rio Grande do Sul. Além de comprometer produtividade e previsibilidade da safra, o avanço do mercado ilegal pressiona custos, aumenta riscos ambientais e expõe produtores a sanções legais, num cenário agravado por eventos climáticos e falhas regionais de fiscalização.
Novo hub na Asa Sul
Brasília terá um novo endereço corporativo com o lançamento do Ether Nexus, hub que reúne saúde, negócios e educação executiva em um único complexo na 706/906 Sul. Com cerca de sete mil metros quadrados e seis pavimentos, o empreendimento nasce com empresas âncoras e foco em profissionais da saúde e empresários. O local também vai abrigar clínicas especializadas e operação de diagnóstico, apostando na integração entre atendimento médico e ambiente corporativo. O projeto é liderado pelo empresário Rafic Junior, que comanda negócios na área de saúde e educação e soma faturamento anual acima de R$ 25 milhões. A proposta posiciona o endereço como nova aposta de infraestrutura premium em Brasília, mirando networking, escala e serviços de alto valor agregado.
4.132
Quantidade de vagas abertas em órgãos da administração direta, autárquica e fundacional do GDF, dentro do programa Transforma DF. São destinadas a estudantes de cursos técnicos, de nível médio ou graduação. O prazo de inscrição termina ao meio-dia de 2 de fevereiro. Os selecionados terão bolsa-auxílio mensal de R$ 715, com 20 horas semanais, e auxílio-transporte de R$ 11 por dia. O benefício financeiro para estudantes do nível médio/EJA/técnico é R$ 548 (também com 20 horas semanais). Para conferir o edital e se cadastrar, o interessado deve acessar o portal do CIEE.
Olho no Simples Nacional
Empresas fora do Simples Nacional têm até a sexta-feira da semana que vem para regularizar débitos e garantir a entrada ou o retorno ao regime ainda em 2026, com efeito retroativo a 1º de janeiro. Quem perder a data só poderá pedir nova adesão a partir de setembro, com validade apenas em 2027. No Distrito Federal, mais de 14 mil empresas pediram inclusão neste mês; pouco mais de cinco mil foram autorizadas até agora, segundo a Receita Federal. A exclusão ocorre, em geral, por pendências com o Fisco, Procon ou órgãos locais, e tem sido monitorada de forma ativa pela Secretaria de Economia do DF, num movimento que reforça o cerco à inadimplência no regime simplificado.
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