Doação

Família pede doação de sangue para jovem agredido por Pedro Turra

Apelo por doações ocorre em meio a uma mobilização crescente após o caso. Agressor segue preso na Papuda

 Na última sexta-feira (30/1), amigos e parentes da vítima reuniram-se em uma vigília com orações pela saúde do adolescente agredido  -  (crédito:  Vitoria Torres/CB/D.A Press)
Na última sexta-feira (30/1), amigos e parentes da vítima reuniram-se em uma vigília com orações pela saúde do adolescente agredido - (crédito: Vitoria Torres/CB/D.A Press)

A família do adolescente de 16 anos agredido em Vicente Pires fez um apelo público por doações de sangue para auxiliar no tratamento do jovem, que permanece internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Brasília Águas Claras. O pedido visa garantir a manutenção do suporte médico necessário durante a internação.

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As doações podem ser feitas no Centro Médico de Brasília, localizado no SHLS 716, Bloco C, na Asa Sul. O local funciona segunda-feira, das 7h às 12h; de terça a sexta-feira, das 7h às 16h; e aos sábados, das 7h às 12h. O atendimento ocorre por agendamento ou por ordem de chegada. Para marcar a doação ou esclarecer dúvidas, os contatos disponibilizados pela família são (61) 98595-3332 e (61) 99652-6243.

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O adolescente foi violentamente espancado pelo ex-piloto Pedro Arthur Turra Basso, na saída de uma festa em Vicente Pires. O episódio ocorreu na madrugada de 23 de janeiro. Desde então, o adolescente permanece hospitalizado, em coma e sob cuidados intensivos. De acordo com familiares, o quadro clínico é considerado delicado e exige acompanhamento contínuo e procedimentos que demandam suporte transfusional.

Mobilização

O apelo por doações ocorre em meio a uma mobilização crescente de amigos, parentes e pessoas sensibilizadas com o caso, que teve repercussão nacional. Nos últimos dias, atos de fé e manifestações de apoio foram realizados em frente ao hospital. Um nova vigília de orações pela vida do jovem está marcada para as 19h30 desta sexta-feira (6/2), no Hospital Brasília, em Águas Claras.

Enquanto a família busca apoio para garantir os cuidados médicos necessários, o caso segue sob investigação da Polícia Civil (PCDF). O agressor, de 19 anos, está preso preventivamente no Complexo Penitenciário da Papuda. A Justiça entendeu que há indícios de risco à ordem pública e de interferência nas investigações.

 

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postado em 03/02/2026 15:46
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