
A rede pública de saúde do Distrito Federal começou a disponibilizar, nas unidades básicas de saúde (UBSs), o Implanon, método contraceptivo incorporado recentemente ao Sistema Único de Saúde (SUS). O implante subdérmico liberador de etonogestrel é considerado o método mais eficaz no planejamento reprodutivo.
Ao todo, o Ministério da Saúde enviou cerca de 10,1 mil unidades do contraceptivo ao DF. Neste primeiro momento, o método será ofertado a mulheres que integram grupos prioritários. A ampliação do público atendido dependerá do envio de novos quantitativos.
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Classificado como contraceptivo reversível de longa duração, o Implanon funciona de forma semelhante ao dispositivo intrauterino (DIU) no que diz respeito à durabilidade e à eficácia. A principal vantagem é que não exige uso diário ou aplicações frequentes, como ocorre com pílulas e injeções anticoncepcionais.
A inserção do implante é simples e rápida, realizada por médicos e enfermeiros, com aplicação de anestesia local na parte interna do braço. Após o procedimento, o dispositivo pode atuar por até três anos.
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O Implanon é comparável à laqueadura, mas com a vantagem de ser reversível.
A Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) já disponibiliza outros métodos contraceptivos na rede pública, como preservativos, pílulas, injeções anticoncepcionais e o procedimento cirúrgico de esterilização permanente. Entre as opções, apenas os preservativos oferecem proteção contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).

Cidades DF
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