
Os professores e orientadores educacionais da rede pública do Distrito Federal realizam, na manhã desta quarta-feira (18/3), uma assembleia geral com paralisação total das atividades. O encontro, que terá como palco o estacionamento da Funarte, marca a abertura oficial do calendário de mobilizações de 2026.
A assembleia tem como foco a pressão pela continuidade da reestruturação do magistério público, buscando o cumprimento da Meta 17 do Plano Distrital de Educação (PDE), que visa equiparar o vencimento básico da categoria à média das demais carreiras de nível superior do DF.
Entre os itens prioritários da pauta de reivindicações está o achatamento da tabela salarial, reduzindo os padrões de 25 para 15, o que permitiria uma ascensão funcional mais rápida e impactaria positivamente o cálculo das aposentadorias.
Além disso, a categoria exige a garantia de gratificações essenciais, como a Gacop para coordenadores pedagógicos, a extensão da GAA para profissionais da alfabetização e EJA, e o pagamento da GAEE para quem atua com ensino especial em escolas regulares. O sindicato também reforça a necessidade urgente de zerar o banco de aprovados do concurso de 2022, apontando que, apesar das 3 mil nomeações recentes, o déficit de profissionais na rede ainda é crítico, com mais de 2 mil pessoas aguardando convocação.
A categoria também se posiciona firmemente contra o projeto de militarização das escolas e a favor da agilidade na concessão de aposentadorias pelo Iprev e da transparência nos processos previdenciários.

Cidades DF
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