
Durante o segundo painel do CB.Debate com o tema O Brasil pelas mulheres — Formação para uma cultura de proteção, promovido nesta terça-feira (24/3), a diretora da diretoria da Mulher da OAB-DF, Nildete Santana, comentou que “é necessário pregar para quem não é convertido ainda”.
A declaração de Nildete representa uma indignação com a falta de engajamento masculino em debates que abordem a proteção à mulher. “Nós não iremos vencer a nossa luta sozinhas. Precisamos trazer os bons homens para o nosso lado, precisamos dialogar com eles”, explicou. Para a advogada, é essencial que ações de reeducação sejam feitas com homens e mulheres.
Nildete comentou que a reeducação é uma das formas mais importantes para o enfrentamento à violência, uma vez que a criação comum nas famílias, inclusive para as mulheres, reforça o comportamento machista. “Temos que reeducar os homens e as mulheres. Eu fui criada de forma machista. A cada dia que passa, dou um passo a favor do feminismo”, disse.
Ela também destacou que uma das formas de enfrentamento contra a cultura machista que permeia a sociedade é a ocupação dos espaços de poder. “Fomos criadas e mantidas, durante muito tempo, na perspectiva de que a mulher só deveria ficar em casa. Fomos criadas para o ambiente privado. Temos que ocupar cada vez mais espaços”, afirmou.
CB.Debate
Gratuito e aberto ao público, o CB Debate com o tema O Brasil pelas Mulheres — formação para uma cultura de proteção, coloca em pauta o enfrentamento à violência contra a mulher a partir da educação e da atuação integrada entre instituições. O encontro ocorre no auditório do Correio Braziliense, com participação de autoridades, juristas, educadoras e representantes da sociedade civil. A proposta é ampliar o diálogo e incentivar a construção de estratégias conjuntas para fortalecer a cultura de proteção às mulheres no Distrito Federal.
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Durante a sua fala no segundo painel do CB.Debate - O Brasil pelas mulheres: Formação para uma cultura de proteção, promovido nesta terça-feira (24/3), a diretora da diretoria da Mulher da OAB-DF, Nildete Santana comentou que “é necessário pregar para quem não é convertido ainda”.
A fala de Nildete representa uma indignação com a falta de engajamento masculino em debates que abordem a proteção à mulher. “Nós não iremos vencer a nossa luta sozinhas. Precisamos trazer os bons homens para o nosso lado, precisamos dialogar com eles”, explicou. Para a advogada, é essencial que ações de reeducação sejam feitas com homens e mulheres.
Durante sua fala, Nildete comentou que a reeducação é uma das formas mais importantes para o enfrentamento à violência, uma vez, que a criação comum nas famílias, inclusive para as mulheres, reforça o comportamento racista. “Temos que reeducar os homens e as mulheres. Eu fui criada de forma machista. A cada dia que passa, dou um passo a favor do feminismo”, disse.
Ela também destacou que uma das formas de enfrentamento contra a cultura machista que permeia a sociedade é a ocupação dos espaços de poder. “Fomos criadas e mantidas, durante muito tempo, na perspectiva que a mulher só deveria ficar em casa. Fomos criadas para o ambiente privado. Temos que ocupar cada vez mais espaços”, afirmou.
CB.Debate
Gratuito e aberto ao público, o CB Debate com o tema O Brasil — pelas Mulheres: formação para uma cultura de proteção, coloca em pauta o enfrentamento à violência contra a mulher a partir da educação e da atuação integrada entre instituições. O encontro ocorre no auditório do Correio Braziliense, com participação de autoridades, juristas, educadoras e representantes da sociedade civil. A proposta é ampliar o diálogo e incentivar a construção de estratégias conjuntas para fortalecer a cultura de proteção às mulheres no Distrito Federal.

Cidades DF
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