O primeiro vice-presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), desembargador Roberval Belinati, declarou nesta terça-feira (14/4) que a corte já atuou em quase 12 milhões de processos desde sua fundação, em 1960, junto com o nascimento de Brasília.
Apesar da digitalização, o TJDFT também guarda sete milhões de processos em papel, armazenados em cinco galpões na capital federal. Segundo Belinati, além da atuação histórica, o tribunal também investe constantemente em novas tecnologias, e evoluiu junto com o desenvolvimento de Brasília.
“Constatamos que, desde 1960, quando foi estruturado o TJ aqui na capital, nosso tribunal já julgou quase 12 milhões de processos. Isso envolve milhares de pessoas. Hoje, nós não temos mais processos em papel, é tudo digitalizado. Mas ainda temos 7 milhões de processos em papel nos cinco galpões de arquivos que o TJ tem em Brasília”, afirmou o desembargador.
Belinati participou do evento CB Debate: Brasília, 66 anos – Uma cidade em constante transformação, realizado pelo Correio em homenagem ao aniversário da capital federal, celebrado no dia 21 de abril.
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De acordo com o desembargador, atualmente, 1,5 milhão de processos tramitam no TJDFT, de forma digital, em todas as áreas do Direito.
“O TJDFT hoje, mesmo de porte médio, é considerado um dos tribunais mais avançados do nosso país, e tem investido tudo o que pode nessa área da tecnologia. O que existe de mais moderno nessa área, o nosso Tribunal de Justiça vem adotando e desenvolvendo”, comentou Belinati.
Porém, ele destacou que o fundador de Brasília, Juscelino Kubitschek, teve dificuldade em chamar magistrados para a nova capital, e o tribunal começou sua atuação com apenas sete desembargadores.
“E o tribunal, desde 1960, vem acompanhando o desenvolvimento de Brasília. E não parou. À medida que a capital cresce, o tribunal também tem que acompanhar”, frisou.
Brasília 66 anos
Gratuito e aberto ao público, o debate “Brasília 66 Anos: uma cidade em constante transformação” reúne autoridades, especialistas e representantes da sociedade civil para discutir os rumos políticos, econômicos e sociais da capital.
O encontro ocorre no auditório do Correio Braziliense, com transmissão ao vivo nos canais do jornal, e propõe uma reflexão sobre as mudanças que marcaram a cidade ao longo das últimas décadas. A iniciativa busca promover o diálogo e contribuir para o planejamento do futuro de Brasília.
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