“Esperamos que o governo federal, independentemente de ideologia ou partido, contribua para a recuperação e estabilidade do BRB”, destacou a governadora Celina Leão (PP), em entrevista exclusiva ao Correio. “O banco é um patrimônio do Distrito Federal e tem um papel relevante na economia e na vida da população”, acrescentou. Sobre as prioridades de seu governo, Celina foi direta ao apontar as áreas de saúde e de segurança pública. “Estamos trabalhando para reduzir as filas de cirurgia. Estamos encaminhando à Câmara Legislativa um projeto que cria a Tabela SUS, voltada para ampliação das cirurgias eletivas e a redução do tempo de espera na rede pública”, disse.
Quais foram suas prioridades logo depois que a senhora assumiu o governo?
Quais foram suas prioridades logo depois que a senhora assumiu o governo?
Desde o primeiro dia de trabalho como governadora do Distrito Federal, estabeleci como prioridade organizar a gestão, garantir a continuidade dos serviços essenciais e atuar com responsabilidade fiscal. Nosso foco está na saúde, na segurança, na mobilidade, na educação e no equilíbrio das contas públicas.
Na saúde, estamos trabalhando de forma estratégica para reduzir as filas de cirurgia, acelerar o acesso a procedimentos e ampliar o atendimento em toda a rede pública, com mais eficiência, organização e capacidade de resposta à população. Na segurança, lancei a operação Brasília Mais Segura, em abril de 2026, que intensificou o policiamento no Distrito Federal com mais de 1,2 mil policiais militares, com foco em áreas estratégicas como a Asa Norte para reduzir índices criminais. Brasília é uma das capitais mais seguras do país, com a segunda menor taxa de homicídios, e nosso compromisso é avançar ainda mais na proteção da população. Na mobilidade, avançamos no planejamento de soluções estruturantes para melhorar o deslocamento da população. Na educação, seguimos investindo na qualidade do ensino e na valorização da rede pública.
Ao mesmo tempo, estamos revisando contratos e despesas para assegurar que o governo funcione com eficiência, sem comprometer a qualidade dos serviços. Também estamos avançando na modernização da gestão com a criação da Secretaria de Governança Digital e Integração, que organiza o uso da tecnologia, integra dados e estabelece regras claras para tornar o governo mais eficiente, reduzir desperdícios e melhorar a entrega de serviços à população. Essa é uma mudança importante que prepara o Distrito Federal para um novo padrão de gestão, mais ágil, mais transparente e orientado por resultados. Seguimos, ainda, fortalecendo a aproximação com a população, com ações como o GDF na Sua Porta, que leva o governo para dentro das cidades.
Um dos seus primeiros atos foi incrementar o sistema de segurança integral DF 360, que amplia o monitoramento da cidade por meio de câmeras de segurança. De que forma esse programa pretende ajudar a combater a sensação de insegurança nas ruas?
O Programa DF 360 Segurança Integral é uma política estruturante que atua diretamente na redução da sensação de insegurança ao ampliar, de forma estratégica, a presença do Estado por meio da tecnologia. O sistema reúne, em uma plataforma única, as 1.399 câmeras da Secretaria de Segurança Pública, cerca de 150 equipamentos de outros órgãos públicos e, desde o lançamento, incorporou 201 câmeras privadas, expandindo significativamente a cobertura do monitoramento no Distrito Federal.
Com análise em tempo real e acesso compartilhado pelas forças de segurança Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Polícia Civil, o programa fortalece a atuação integrada, orientada por dados e com maior capacidade de antecipação e resposta. A descentralização por meio das Centrais de Monitoramento Remoto amplia a capilaridade do sistema nas regiões administrativas, garantindo mais agilidade, prevenção qualificada e presença efetiva do poder público.
Essa estratégia está inserida em um movimento mais amplo de modernização da gestão, com o uso intensivo da tecnologia e a criação, no último dia 10, da Secretaria de Governança Digital e Integração
(SGDI), que passa a atuar para reduzir custos, aumentar a eficiência e a eficácia da administração pública e incorporar soluções baseadas em inteligência artificial, ampliando a transparência e qualificando a entrega de serviços à população.
(SGDI), que passa a atuar para reduzir custos, aumentar a eficiência e a eficácia da administração pública e incorporar soluções baseadas em inteligência artificial, ampliando a transparência e qualificando a entrega de serviços à população.
Na prática, o DF 360 combina tecnologia, integração e inteligência para aumentar não apenas a eficiência operacional, mas, sobretudo, a confiança da população e a percepção de segurança nas ruas. Quando estiver em pleno funcionamento, com a ampliação do compartilhamento de imagens, teremos condições de alcançar o monitoramento de todo o Distrito Federal, com mais capacidade de prevenção e resposta.
Aproveito esta oportunidade para fazer um chamado à população. O DF 360 é uma iniciativa que depende, também, da participação de moradores, condomínios e comerciantes para ampliar o monitoramento inteligente e fortalecer a prevenção de crimes em todo o DF. As câmeras privadas podem ser integradas ao sistema da Secretaria de Segurança Pública de forma simples e segura. O cadastro pode ser feito diretamente no site https://df360.ssp.df.gov.br. Ao compartilhar essas imagens, cada cidadão contribui para ampliar a capacidade de vigilância, resposta e proteção, ajudando a construir uma cidade mais segura para todos.
Sobre o programa GDF na Sua Porta, qual a expectativa de duração? Por quantas regiões administrativas o programa vai passar?
O programa GDF na Sua Porta foi idealizado com a proposta de descentralizar a gestão pública no Distrito Federal, estabelecendo uma presença itinerante que visa percorrer as regiões administrativas (RAs). O GDF na sua Porta fica duas semanas em cada cidade, sendo que na primeira semana ocorre mutirão de serviços das secretarias e empresas públicas, além dos serviços de zeladoria. Na segunda semana, a ação segue com serviços de zeladoria e obras feitas a partir das ordens de serviços que são assinadas no lançamento do programa no primeiro dia na cidade. Exemplos: Na Hora, emissão de carteira de identidade; Defensoria Pública, saúde, cadastro social, castração de animais, orientação às mulheres em situação de vulnerabilidade; Detran com informações sobre solicitar um serviço; Semob com orientações sobre como obter cartões para uso de transporte público; Sedes (Secretaria de Desenvolvimento Social), Saúde e outros.
Os serviços prestados pelos órgãos ocorrem na primeira semana, junto com a zeladoria. Na segunda semana, continuam ações de limpeza e renovação das cidades. Eu sempre estou presencialmente na cidade durante os dois primeiros dias para liderar a abertura das atividades e ouvir a comunidade, e a estrutura do gabinete móvel, junto com as equipes de secretários e órgãos como Novacap, Caesb, Detran e a Delegacia Móvel, darão andamento aos trabalhos técnicos e de zeladoria urbana. Em meu primeiro ato como governadora, o programa foi lançado no Itapoã e seguiu para o Paranoá com o mutirão de serviços dos órgãos até o dia 17 e, depois, a zeladoria seguirá até sexta-feira.
Daquela cidade, vamos seguir para localidades como Riacho Fundo II, Ceilândia e Sol Nascente Pôr do Sol. É o GDF descentralizando o atendimento, aproximando o governo da população e facilitando o acesso aos serviços essenciais.
A senhora disse que o foco de sua gestão é a saúde. Onde priorizar? Na redução das filas? Contratação de mais profissionais?
A saúde é, sem dúvida, a principal prioridade da nossa gestão neste momento, e estamos atuando de forma estruturada para reduzir as filas de cirurgias eletivas, especialmente as de média complexidade, ampliar o acesso aos serviços e melhorar a qualidade do atendimento.
Nossa atuação está organizada em três frentes, que são o reforço das equipes, com contratação e melhor distribuição de profissionais; reorganização dos fluxos, para dar mais eficiência ao sistema; e ampliação da capacidade de atendimento, especialmente nas especialidades com maior demanda.
Nesse sentido, estamos encaminhando à Câmara Legislativa um projeto de lei que cria a Tabela SUS-DF, uma iniciativa voltada à ampliação das cirurgias eletivas de média complexidade e à redução do tempo de espera na rede pública. A proposta estabelece um novo modelo de credenciamento, aberto e contínuo, permitindo que hospitais e clínicas de todo o país possam se habilitar para atender pacientes do Distrito Federal.
Ao eliminar entraves administrativos e adotar valores mais adequados à realidade local, conseguimos ampliar de forma imediata a rede de atendimento e enfrentar a demanda reprimida. É uma medida concreta para dar mais rapidez às cirurgias e garantir resposta à população. Também estamos investindo em gestão e tecnologia para dar mais transparência às filas e previsibilidade ao cidadão. O objetivo é simples e direto: fazer a saúde funcionar melhor para quem mais precisa.
Sobre os estudos técnicos que foram realizados para a implementação do metrô do Gama e do VLT entre Ceilândia e Taguatinga, ambas as melhorias serão executadas ainda este ano? Como será?
Estamos estruturando projetos estratégicos de transporte sobre trilhos. Um deles é a expansão do metrô até o Gama e Santa Maria, cujo estudo de viabilidade técnica foi licitado e está em andamento. Também avançamos com o VLT entre Ceilândia e Taguatinga que, igualmente, teve o estudo de viabilidade técnica licitado e está em curso.
Em junho de 2025, foi firmado o Contrato no 024/2025 Metrô-DF para a realização de estudos voltados à análise de viabilidade da futura Linha 2 do Metrô do Distrito Federal. O escopo contempla a elaboração de Estudos Preliminares de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental EVTEA de um empreendimento metroferroviário destinado a ampliar a cobertura do transporte público sobre trilhos no DF.
O projeto prevê o atendimento a importantes regiões administrativas, incluindo Santa Maria, Gama, Riacho Fundo II, Recanto das Emas, Núcleo Bandeirante, Candangolândia, Cruzeiro e Plano Piloto, com integração a pontos estratégicos como a Rodoviária do Plano Piloto e a Esplanada dos Ministérios. A iniciativa está alinhada ao plano de governo e aos objetivos institucionais do Metrô-DF, além de integrar as diretrizes do Plano de Desenvolvimento do Transporte Público Sobre Trilhos do Distrito Federal PDTT-DF. O objetivo central é avaliar soluções que garantam a viabilidade do empreendimento, assegurando atendimento eficiente à demanda de transporte coletivo, com padrões adequados de segurança e racionalidade econômico-financeira.
De acordo com as informações consolidadas na fase atual dos estudos, a Linha 2 deverá ter, aproximadamente, 60km de extensão, conectando a região de Santa Maria à área central de Brasília, na Esplanada dos Ministérios, consolidando um eixo de transporte moderno, eficiente e integrado. A capacidade projetada é de, aproximadamente, 130 mil passageiros por dia, com cerca de 50 mil usuários no horário de pico da manhã, evidenciando o potencial de atendimento a uma demanda expressiva e a contribuição direta para a redução de congestionamentos e emissões.
Sobre o VLT entre Ceilândia e Taguatinga, os estudos técnicos serão realizados ao longo deste ano. Atualmente, a Secretaria de Obras trabalha na contratação da empresa responsável por conduzir essa etapa, que é fundamental para o planejamento adequado das intervenções. A partir dos resultados obtidos, as melhorias serão estruturadas e têm previsão de implementação em 2027.
A senhora assumiu o governo com as contas apertadas. Como pretende solucionar essa situação? De que forma o secretário Valdivino de Oliveira vai atuar para aumentar a arrecadação?
Vamos lançar, em breve, um pacote de contenção de gastos. A ideia é reduzir as despesas correntes, como os contratos terceirizados, aluguéis e outros contratos em geral. Tudo sem prejudicar a prestação dos serviços públicos. Cortar onde é possível cortar, com responsabilidade. Para definir onde e como esses gastos serão feitos, vamos criar um comitê para acompanhar e controlar melhor as despesas do dia a dia da administração pública. O orçamento continuará sendo liberado conforme as prioridades definidas pelo governo.
Como preparar Brasília para um novo formato econômico de forma que a cidade não precise depender tanto do Fundo Constitucional?
Estamos investindo de forma consistente na transformação da matriz econômica do Distrito Federal, com foco cada vez maior em tecnologia e inovação. A nossa meta é posicionar Brasília como um ambiente de desenvolvimento tecnológico, com características semelhantes ao Vale do Silício, estimulando a atração de empresas, a geração de empregos qualificados e o fortalecimento de um ecossistema inovador. Nesse contexto, estudos e análises da Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra) apontam o DF como um território com grande potencial para se tornar referência mundial na produção de bioinsumos.
Além disso, estamos estruturando quatro novos polos estratégicos nas quatro pontas do quadrilátero do Distrito Federal, com foco no desenvolvimento econômico e na geração de oportunidades. Teremos um polo voltado à logística, fortalecendo a capacidade de distribuição e escoamento; um polo da beleza, com incentivo à instalação de grandes empresas dos setores de cosméticos e produtos de beleza, promovendo inovação e empregabilidade; um polo dedicado à ampliação e modernização da Ceasa, com foco na distribuição e no abastecimento; e um polo de bioinsumos, alinhado à vocação sustentável e ao potencial identificado para o Distrito Federal.
Brasília precisa avançar na diversificação da sua matriz econômica. Não podemos depender exclusivamente do setor público. Estamos trabalhando para fortalecer áreas estratégicas como tecnologia, economia criativa, turismo, serviços e inovação. Isso passa por desburocratização, melhoria do ambiente de negócios e atração de investimentos. Mas esse processo só se sustenta com a participação ativa do setor produtivo. Os empresários do Distrito Federal têm papel central na geração de emprego, renda e oportunidades, e o governo precisa ser um facilitador, criando condições para que eles possam investir, crescer e produzir com segurança jurídica e previsibilidade.
Também estamos incentivando o empreendedorismo e a qualificação profissional, para ampliar a base produtiva e preparar a população para as novas demandas do mercado. O objetivo é construir uma economia mais dinâmica, sustentável e menos dependente de transferências, com protagonismo de quem empreende e gera desenvolvimento todos os dias no Distrito Federal.
Como está sendo o seu diálogo com a base e a oposição na Câmara Legislativa?
O diálogo tem sido permanente, aberto e respeitoso. Ao longo da minha vida pública, sempre mantive uma relação franca com toda a classe política, independentemente de partidos ou ideologias. Tenho quatro mandatos e nunca deixei de conversar com ninguém, porque a minha prioridade sempre foi a população e o interesse público.
Estamos em um momento eleitoral e isso não altera a forma como conduzo essa relação. O diálogo continua sendo direto, transparente e necessário. Eu sigo conversando com todos, em todas as pautas, porque governar exige responsabilidade e equilíbrio, acima de qualquer cenário político. Como governadora, não seria diferente. Conversei com deputados e senadores da base e da oposição, construindo uma relação institucional responsável, pautada pelo respeito e pela busca de soluções para o Distrito Federal. Política se faz com diálogo e é assim que tenho conduzido essa relação, desde o primeiro dia, sem ferir os meus princípios. O Distrito Federal não pode parar por divergências políticas. O que nos une é maior do que qualquer diferença e é com esse senso de responsabilidade que tenho trabalhado para garantir estabilidade, aprovar as medidas necessárias e entregar resultados concretos para a população.
Quais projetos a senhora pretende aprovar na Câmara Legislativa do DF este ano?
Temos uma agenda legislativa voltada para o equilíbrio fiscal, melhoria dos serviços públicos e desenvolvimento econômico, mas também com prioridade absoluta para temas que hoje são um clamor da população, como o enfrentamento à situação de rua e o fortalecimento da saúde pública. Vamos encaminhar à Câmara Legislativa um projeto importante para estabelecer protocolos de internação involuntária compulsória humanizada para usuários de drogas que estão em situação de rua ou em crise. A proposta busca dar condições para que as secretarias atuem de forma mais efetiva nas ações necessárias, além de definir com clareza como deve ser feita essa abordagem.
O objetivo é garantir segurança jurídica para os policiais, para os profissionais da saúde pública e para as equipes da assistência social que estão diariamente nas ruas, enfrentando essa realidade. Trata-se de enfrentar o problema com responsabilidade, como uma questão de saúde pública, oferecendo tratamento digno e rompendo um ciclo de abandono que impacta essas pessoas e toda a sociedade.
Também vamos avançar com o projeto da Tabela SUS-DF, que já mencionamos anteriormente, e que busca reduzir as filas de cirurgias eletivas de média complexidade, como parte do esforço de reorganização e valorização da rede pública de saúde, garantindo mais eficiência, previsibilidade e qualidade no atendimento.
Além dessas prioridades, vamos encaminhar projetos que modernizam a gestão pública, simplificam processos, reduzem burocracia e melhoram o ambiente de negócios no Distrito Federal. A Câmara Legislativa tem sido uma parceira fundamental nesse processo, e seguiremos trabalhando com diálogo e responsabilidade para viabilizar as entregas que o Distrito Federal precisa.
A senhora tem alguma expectativa quanto ao governo federal ajudar o BRB?
Esperamos que o governo federal, independentemente de ideologia ou partido, contribua para a recuperação e a estabilidade do BRB. O banco é um patrimônio do Distrito Federal e tem um papel relevante na economia e na vida da população. Diante disso, é natural que haja cooperação entre as instituições para garantir segurança e confiança ao sistema financeiro.
No que depender de mim, o Governo do Distrito Federal seguirá adotando todas as medidas necessárias para recuperar e fortalecer o BRB. Vou dialogar com o governo federal quantas vezes forem necessárias, porque o que nos orienta é o interesse da população do Distrito Federal.
A federalização do BRB está descartada, mas como estão as tratativas com o Banco Central?
A federalização não está em discussão. O BRB é um patrimônio do Distrito Federal e assim permanecerá. Estamos mantendo diálogo técnico com o Banco Central, prestando todas as informações necessárias e acompanhando de forma responsável os desdobramentos. O objetivo é garantir segurança institucional e confiança no sistema financeiro.
A senhora disse que o BRB vai voltar a cuidar das pessoas. O que a senhora quis dizer com isso?
Significa retomar a essência do banco como instrumento de desenvolvimento social e econômico do Distrito Federal. O BRB precisa estar próximo da população, oferecendo crédito responsável, apoiando servidores, pequenos empreendedores e famílias. É um banco público que deve equilibrar sustentabilidade financeira com compromisso social. E é isso que estamos reforçando.
Muitos servidores do GDF sofrem com o superendividamento. Há alguma perspectiva de mudança da política de juros do BRB ou alguma outra ação para ajudar os superendividados?
Determinei ao presidente do BRB (Nelson Antônio de Souza) a realização de um estudo para melhorar as condições oferecidas aos servidores públicos em situação de superendividamento, com a avaliação de um tratamento específico para essa realidade. Também estabelecemos que esse tema seja tratado como prioridade dentro do banco. Esse estudo já está em curso e, a partir dele, vamos definir as medidas possíveis para enfrentar de forma efetiva a situação dos servidores superendividados.
