
A senadora Leila Barros (PDT-DF) se reuniu com o presidente do Banco Central do Brasil, Gabriel Galípolo, para discutir a situação do Banco de Brasília (BRB), na tarde desta quarta-feira (13/5). Após o encontro, a parlamentar afirmou ter levado ao dirigente as preocupações manifestadas por servidores, funcionários terceirizados e famílias que dependem direta ou indiretamente da estabilidade da instituição financeira.
Segundo Leila, o tema tem gerado apreensão crescente no Distrito Federal diante da importância estratégica do banco para a economia local. “O BRB é o nosso Banco Regional de Brasília, uma instituição fundamental para a nossa cidade. Levei a preocupação que a gente tem recebido praticamente todos os dias, que é a questão dos servidores, dos funcionários terceirizados e das milhares de famílias que dependem direta ou indiretamente da estabilidade do banco”, declarou.
A senadora ressaltou que as decisões que deverão ser tomadas nos próximos dias terão reflexos significativos para o Distrito Federal. “O que será definido nos próximos dias terá um impacto direto na economia do DF”, afirmou. Ela destacou ainda que o BRB exerce papel central no pagamento dos servidores públicos, na concessão de crédito imobiliário, no apoio a pequenos negócios, em programas sociais e no desenvolvimento econômico e social da capital do país.
Durante a reunião, Leila pediu ao presidente do Banco Central que qualquer solução adotada para o banco considere, como prioridade, a proteção dos trabalhadores, a continuidade das operações e a segurança institucional da empresa. “O BRB não é apenas um banco. Ele tem um papel central no desenvolvimento da nossa cidade. Reforcei ao presidente que qualquer solução precisa priorizar a proteção desses trabalhadores, a continuidade das operações e, é claro, a segurança e a estabilidade do banco”, disse.
De acordo com a parlamentar, Gabriel Galípolo reconheceu a relevância institucional do BRB e demonstrou preocupação com a situação dos trabalhadores. Leila informou ainda que o presidente do Banco Central se comprometeu a prestar novas informações ao grupo de trabalho da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado que acompanha o caso.

Cidades DF
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