CB.Saúde

Cirurgião detalha cuidados a serem tomados para se fazer uma rinoplastia

Procedimento vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil. Para o médico, um dos grandes atrativos da rinoplastia é sua previsibilidade, conquista dos últimos anos

Médico recomendou ter certeza de que o nariz é algo que incomoda, seja do ponto de vista estético ou do ponto de vista funcional -  (crédito:  Ed Alves/CB/D.A Press)
Médico recomendou ter certeza de que o nariz é algo que incomoda, seja do ponto de vista estético ou do ponto de vista funcional - (crédito: Ed Alves/CB/D.A Press)

Manuela Sá*

De acordo com dados da International Society of Aesthetic Plastic Surgery (ISAPS), o Brasil é o país que mais faz rinoplastias no mundo. Em 2024, foram feitas mais de 100 mil cirugias. Nesta quinta-feira (25/06), em entrevista ao CB.Saúde — parceria entre o Correio Braziliense e a TV Brasília —  Juliano Pellicano, cirurgião crânio-maxilo-facial, atribuiu esse sucesso ao fato de o “Brasil ser um país que investe na beleza”. Às jornalistas Carmen Souza e Mila Ferreira, o médico fez um alerta para os cuidados a serem tomados por quem planeja fazer o procedimento.   

Fique por dentro das notícias que importam para você!

SIGA O CORREIO BRAZILIENSE NOGoogle Discover IconGoogle Discover SIGA O CB NOGoogle Discover IconGoogle Discover

Outro fator que impulsiona esse número elevado é o avanço na técnica da cirurgia. Para o médico, um dos grandes atrativos da rinoplastia é sua previsibilidade, conquista dos últimos anos. Pellicano contou que os casos de insatisfação dos pacientes reduziram devido a planejamentos mais eficazes. 

Caso a pessoa tenha interesse em fazer rinoplastia, o médico recomendou ter certeza de que o nariz é algo que incomoda, seja do ponto de vista estético ou do ponto de vista funcional. “Não basta não gostar do nariz. É preciso estar pronto para o procedimento estético, para fazer uma cirurgia”, ressaltou. 

Além desse cuidado, Pellicano fez a ressalva de que fazer essa operação não vai resolver um grande problema na vida do paciente. Em muitas situações, tem que ser feito um acompanhamento junto com a psicologia e a psiquiatria para avaliar se o paciente quer isso mesmo. “A cirurgia é previsível, o resultado é bom, mas o paciente tem que entender o processo”, afirmou.  

Assista à íntegra do programa: 

*Estagiária sob supervisão de Eduardo Pinho

 

  • Google Discover Icon
postado em 25/06/2026 17:02
x