
Na expectativa pela quarta estrela na final da Copa do Mundo de 2026, torcedores argentinos se reuniram, neste domingo (19/7), no restaurante Caminito La Parrilla, na Asa Norte, para acompanhar a decisão. Com camisetas da seleção, bandeiras e o rosto pintado, o grupo transformou o local em um reduto de apoio à Argentina na busca pelo bicampeonato.
O autônomo Roni Peterson, de 35 anos, e a auxiliar administrativa Stefani Galeno, de 31, ambos moradores de Ceilândia, acompanham a partida ao lado de amigos. Confiante, Roni aposta em uma vitória com protagonismo do principal astro da equipe. “Que a gente ganhe, com gol do Messi, que ele merece. Um gol dele para ele ser o melhor de todos”, afirmou.
Animado com a possibilidade do título, ele revelou uma promessa inusitada: “Prometi que vou fazer uma tatuagem com o nome dele nas minhas costas, se a Argentina for campeã hoje”.
Stefani conta que passou a torcer pela seleção por influência do namorado e promete comemorar intensamente em caso de vitória. “Vou beber muito e comemorar com meu namorado. Foi ele que me fez torcer para a Argentina”, disse. Para a final, ela também deposita suas expectativas em Lionel Messi. “Que o Messi faça o gol, que eu gosto muito dele”, afirmou.
Morador de Taguatinga, Romildo Coutinho, 57, também demonstrou confiança antes da partida e aposta em um resultado apertado. “Vamos ganhar apertado, mas vamos ser bicampeões. E tetracampeões”, disse. Empolgado, ele já projeta a comemoração em caso de vitória: “Vou zoar demais os secadores da minha Argentina”.
Na expectativa pela decisão da Copa do Mundo de 2026, os irmãos argentinos Joaquim e Vitória Gomes vivem o clima de final com mistura de ansiedade e confiança. Moradores da Asa Norte, eles acompanham a partida juntos no restaurante Caminito La Parrilla e representam o sentimento de muitos torcedores que, mesmo longe do país de origem, mantêm viva a ligação com a seleção.
DJ, Joaquim acredita em um jogo equilibrado, mas confia no resultado positivo para a Argentina. “Vai ser muito difícil, mas acho que vai dar certo”, afirmou. Já com planos para um possível título, ele pretende comemorar ao lado da irmã em um ponto tradicional da comunidade argentina na capital. “Se a Argentina ganhar, vou com a minha irmã para a embaixada”, disse.
Psicóloga e professora, Vitória Gomes compartilha da expectativa, mas adota um tom mais cauteloso ao falar sobre o resultado. Para ela, a trajetória da seleção já é motivo de orgulho, independentemente do desfecho da final. “É muito difícil. Eu espero que ganhe, espero muito. Mas, se não der, para mim já é uma seleção campeã”, destacou.
Animada com a possibilidade da vitória, ela conta que os planos incluem celebrar junto a outros argentinos em Brasília. “A gente está pensando em ir na embaixada da Argentina, estamos sendo esperados pelo consulado”, afirmou.

Cidades DF
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