
A candidata ao Senado pelo Partido dos Trabalhadores do Distrito Federal (PT-DF), Erika Kokay, comentou, nesta quinta-feira (30/7), sobre a candidatura para as eleições de 2026. Durante entrevista ao CB.Poder — programa do Correio Braziliense em parceria com a TV Brasília —, a política disse às jornalistas Ana Maria Campos e Mila Ferreira que a união no campo progressista é essencial para a saúde do DF.
Erika irá concorrer pela federação do PT com o Partido Verde (PV) e o PCdoB. Sobre a coligação, a candidata comemorou a união entre os partidos. “É muito bom que a gente possa se unificar nessas eleições, mas também é importante ter essa união fora do período eleitoral para que possamos fazer uma grande construção para desenvolver o Distrito Federal”, afirmou.
Para essa candidatura, a política está fazendo uma dobradinha com a senadora Leila Barros (PDT). Sobre a possibilidade de o partido de Leila fazer parte da coligação, segundo ela, a expectativa é que a coligação seja ampliada o máximo possível. “Será muito importante que o PDT venha conosco. É essencial que possamos trabalhar junto à senadora Leila para dar continuidade ao trabalho de reconstruir o Brasil”, acrescentou.
Erika ressaltou que acredita na união do campo progressista como uma chapa majoritária ao Governo do Distrito Federal (GDF). “Estamos trabalhando para integrar o Capelli e o Grass. Vamos insistir até o último momento para que tenhamos a unidade das candidaturas e uma junção para fazer com que o DF possa vivenciar a sua própria grandeza e possa sair de uma crise”, pontuou.
Com atuação anterior como presidente do Sindicato dos Bancários, Erika comentou sobre a crise do Banco de Brasília (BRB). A candidata definiu o episódio como “inadmissível” e o BRB como “vítima”. “Em um primeiro momento, precisamos recuperar o que foi roubado. Precisamos ter, também, uma investigação para saber para onde o dinheiro foi”, disse.
Assista à entrevista completa:
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