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Kiko Caputo diz que pode ampliar escolas cívico-militares no DF

Declaração ocorreu durante a assinatura de uma carta de compromissos com o Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF), que apresentou ao candidato uma pauta de reivindicações da categoria

Ao comentar as demandas apresentadas pelo Sinpro, Kiko afirmou que a educação estará entre as prioridades de um eventual governo -  (crédito: Carlos Silva/CB/D.A.Press)
Ao comentar as demandas apresentadas pelo Sinpro, Kiko afirmou que a educação estará entre as prioridades de um eventual governo - (crédito: Carlos Silva/CB/D.A.Press)

O candidato ao governo do Distrito Federal Kiko Caputo (Novo) afirmou, nesta quarta-feira (16/9), que não pretende acabar com o modelo de escolas cívico-militares no Distrito Federal e admitiu a possibilidade de ampliar a experiência em um eventual governo. A declaração ocorreu durante a assinatura de uma carta de compromissos com o Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF), que apresentou ao candidato uma pauta de reivindicações da categoria.

“Vejo com bons olhos a escola cívico-militar. Acho que é uma experiência que já se mostrou exitosa”, afirmou Kiko. Segundo o candidato, o modelo estaria próximo do limite das possibilidades do Estado, mas poderia ser ampliado caso houvesse condições. “Eu não tenho preconceito contra a escola cívico-militar, nem para ela ser em toda a rede nem para ela acabar. Acho que ela pode coexistir. Tem um público que gosta dela e a vamos apoiá-la também para que, se houver oportunidade de aumentar, a gente aumente. Se não, a gente mantém”, disse.

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Ao comentar as demandas apresentadas pelo Sinpro, Kiko afirmou que a educação estará entre as prioridades de um eventual governo. O candidato defendeu a valorização dos profissionais da área e associou a medida à proposta de promover um “choque de gestão” no Distrito Federal. “Não vejo saída para as nossas crianças e para os nossos jovens fora da educação. É a educação que transforma e precisamos de professores valorizados, bem remunerados, protegidos, saudáveis para nos ajudar na educação dos nossos jovens e crianças”, declarou.

Kiko disse, ainda, que pretende recompor e reestruturar carreiras do funcionalismo público, mas condicionou as medidas à situação financeira do Distrito Federal. Ao tratar das contas públicas, o candidato afirmou que o próximo governo precisará conciliar as demandas dos servidores com a responsabilidade fiscal.

“Há um erro de prioridade política evidente do atual governo. Então, precisamos entender em que condições nós vamos assumir o DF, mas o nosso compromisso com o servidor público qualificado e valorizado é total”, afirmou. Segundo o candidato, os servidores públicos terão papel central na gestão que pretende implementar. 

Sobre a política educacional, Kiko defendeu a ampliação de ações voltadas à educação em tempo integral. O candidato afirmou que a prioridade deve ser preparar os estudantes para os desafios da vida, combinando a valorização dos profissionais com mudanças na estrutura da rede de ensino. “Há uma série de ações que vamos precisar fazer para revolucionar a educação no Distrito Federal”, afirmou.

 

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postado em 16/09/2026 17:42
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