
O candidato ao Governo do Distrito Federal pelo Novo, Kiko Caputo, assinou, nesta segunda-feira (14/9), uma carta-compromisso voltada ao fortalecimento da assistência espiritual no Distrito Federal. O documento foi entregue pelo capelão Eugênio Lopes e pela capelã Ailude Máximo, durante encontro com o político. Segundo Caputo, a medida atende a uma necessidade tanto da população quanto das corporações que atuam no DF.
Ao comentar o compromisso, o candidato defendeu a atuação dos capelães como forma de oferecer acolhimento e suporte espiritual à população. “É urgente o apoio espiritual para a nossa população e para as nossas corporações”, afirmou. Caputo disse, ainda, que o vice na chapa, Rafael Sampaio, concorda com a proposta.
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“Eu assino hoje essa carta-compromisso com a convicção de que o conforto que os capelães dão para a nossa população, o amparo espiritual, que é inclusive recomendado pela Organização Mundial da Saúde, é uma bênção para a nossa sociedade. Eu já estou imbuído nessa luta de vocês”, declarou.
A agenda do candidato foi marcada por encontros com apoiadores ao longo da manhã e pelo contato com diferentes segmentos da sociedade. A estratégia, segundo Caputo, é manter uma atuação próxima às demandas apresentadas nas cidades do DF durante a campanha.
No período da tarde, além da reunião com os representantes da capelania, Caputo participou da gravação do podcast Céu na Terra. Durante a conversa, o candidato afirmou que pretende manter uma postura de proximidade com a população, caso chegue ao Palácio do Buriti. Para ele, o contato direto com as diferentes regiões é necessário para evitar que decisões sejam tomadas apenas a partir do gabinete.
“Eu vou governar para todo mundo, porque acredito que as pessoas que querem fazer política e se encastelam num palácio, num gabinete, a chance de eles acertarem é mínima”, disse. “Só acerta quem está ouvindo a população, quem está vendo a realidade.”
Na entrevista, Caputo mencionou a situação de Taguatinga e afirmou que a cidade precisa ser “resgatada”, assim como outras regiões administrativas. O candidato disse ter percorrido diferentes áreas do Distrito Federal e avaliou que encontrou problemas que, na sua avaliação, demonstram abandono por parte do poder público.
“Acredito na construção do diálogo e que Taguatinga precisa ser resgatada, assim como todas as outras cidades do DF”, afirmou. O dia de atividades terminou com uma reunião com apoiadores de diferentes setores.
Cidades DF
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