
A deputada federal e candidata ao Senado, Erika Kokay (PT), defendeu a continuidade das políticas sociais e a valorização do trabalho, destacando como pautas centrais o fim da jornada na escala 6 por 1 e a isenção do Imposto de Renda para rendimentos de até R$ 5 mil.
Durante ato político em Ceilândia, a parlamentar reforçou o apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e à eleição de Leandro Grass (PT) ao Governo do Distrito Federal (GDF), ressaltando a relevância da manutenção dos programas sociais e da defesa da soberania nacional.
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Em seu discurso, a candidata enfatizou que a revisão do modelo semanal de trabalho garante dignidade às famílias e assegura que os trabalhadores possam desfrutar de convivência familiar aos sábados, além de exercerem o direito de possuírem vida além do trabalho.
“O fim da escala 6 x 1 é o direito dos filhos ficarem com os seus pais no sábado. É o direito de termos vida além do trabalho. Por isso, nós vamos mostrar a grandeza deste país e vamos reeleger Lula com a força do povo”, afirmou Erika Kokay ao defender a pauta trabalhista.
A deputada também ressaltou programas federais de impacto social, citando o Minha Casa, Minha Vida e o Pé de Meia como pilares de transformação. Ela caracterizou a isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil como uma demonstração de afeto e cuidado direcionada às famílias brasileiras, explicando que tais ações consolidam um projeto de governo voltado ao acolhimento e à inclusão social.
No âmbito da aliança política local e da representação no Congresso, Kokay defendeu a subida de Leandro Grass à rampa do Palácio do Buriti e o trabalho conjunto no Senado Federal ao lado da senadora Leila do Vôlei (PDT), garantindo que a união de forças é essencial para transformar Brasília na capital da esperança.
A parlamentar sustentou a necessidade de proteger as riquezas e os mecanismos econômicos soberanos do país contra privatizações e interferências externas. “Para que nós possamos continuar dizendo que o Pix é nosso, que as terras raras são nossas, que o petróleo é nosso, e que aqui é o Brasil e resiste, e que nós vamos transformar a bandeira nacional no agasalho do povo e das nossas crianças”.
Na avaliação de Erika, o símbolo pátrio deve representar acolhimento para a população. Ela frisou que a bandeira nacional nunca mais ornamentará salas escuras de tortura, tampouco carregará o cheiro de inseticida sobre o sangue dos povos indígenas, reafirmando que a extrema-direita não voltará a governar o Brasil.
A atuação de Erika apoia-se em uma trajetória política de cinco décadas, iniciada no combate à ditadura militar, período em que contou com a atuação do advogado Sigmaringa Seixas na libertação de militantes e na defesa de presos políticos. Bancária da Caixa Econômica Federal e dirigente sindical, ela é filiada ao PT desde 1989, presidiu o PT-DF, atuou como deputada distrital e cumpre atualmente seu quarto mandato na Câmara dos Deputados.
Ao resgatar a memória das greves operárias no ABC Paulista ao final da década de 1970, a candidata lembrou o papel histórico de Lula ao liderar os trabalhadores e enfatizou as lições de resistência transmitidas pela mãe do presidente, Dona Lindu.
“Este operário, filho de Dona Lindu, que dizia ‘teima, meu filho! Teima, meu filho! Não baixa a cabeça’, ensinou a cada uma e a cada um de nós que a gente tem que teimar pela liberdade, pela democracia e pela soberania”, destacou a candidata.
Concluindo sua fala, Erika reafirmou que o Partido dos Trabalhadores no Distrito Federal carrega a ética e o compromisso necessários para promover as transformações sociais que a população do DF e do país necessitam.
Cidades DF
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