
Por José Ghesti*
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) iniciou no domingo (27/9) a segunda fase da operação ‘Marshal’, que teve início em abril deste ano, e prendeu dois investigados suspeitos de aplicar diversos tipos de golpes. Estima-se que a dupla causou prejuízo de R$1 milhão às vítimas. A ação teve participação da Divisão de Defraudações e Falsificações (Difruade), em conjunto com a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).
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Nesta fase da operação, a Justiça expediu dois mandados de busca e apreensão e outros dois mandados de prisão, além de bloqueio de ativos financeiros, imóveis e criptomoedas. Além disso, houve outros cinco mandados de busca e apreensão de outros cinco investigados. Foi possível identificar que ocupavam posição superior na estrutura da associação criminosa.
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Um dos principais golpes utilizados pelos integrantes era o do “falso delegado”. Segundo as apurações, ao se passarem por delegados, integrantes da organização utilizavam indevidamente uma imagem de autoridade e também a imagem da instituição policial para extorquir as vítimas.
A primeira fase da operação foi em abril deste ano, quando a Difraude e a Coordenação de Repressão aos Crimes contra o Consumidor (Corf) realizaram quatro mandados de busca e apreensão e cinco prisões, em Minas Gerais.
Estagiário sob supervisão de Márcia Machado
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