
Lúcio Rennó, professor de ciência política da Universidade de Brasília, foi o entrevistado desta segunda (28/09) no CB.Poder, parceria do Correio com a TV Brasília. Aos jornalistas Carlos Alexandre de Souza e Sibele Negromonte, o pesquisador avaliou a tendência do eleitor brasiliense na reta final e os cenários da corrida eleitoral no Distrito Federal.
No pleito para o governo do DF, o especialista pontua que, com a saída de Arruda (PSD) da disputa, Leandro Grass (PT) se posiciona como o nome mais forte para enfrentar Celina Leão (PP) no 2º turno da votação. Apesar da retirada do candidato do PSD, Rennó alerta que seu nome continuará na urna, e, assim, muitas pessoas ainda votarão nele.
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Estes votos serão considerados nulos e não entram na contagem de votos válidos, e, portanto, Celina, que lidera nas pesquisas, ganha força. “Celina já se aproximava da possibilidade de vitória no 1º turno. A saída de Arruda facilita esse processo, pois, os votos nulos e em branco aumentarão”, afirma o especialista.
Sobre a disputa pelo Senado, o professor analisa que Michelle Bolsonaro deve ser eleita, e a segunda vaga será preenchida em uma “disputa acirrada entre Leila do Vôlei, Bia Kicis e Erika Kokay, com esse ordenamento numérico que as pesquisas têm mostrado”, comenta.
Rennó destacou ainda a força do voto conservador no Distrito Federal e que “o Centro-Oeste do país é extremamente bolsonarista”. Com isso, Bia Kicis, associada ao bolsonarismo, ganha força para a vaga. Para ele, “a popularidade e rejeição a Lula são elementos importantes na disputa local”.
Assista ao CB.Poder completo:
*Estagiária sob a supervisão de Márcia Machado
Cidades DF
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