MISTÉRIO!

Irmão de Eliza Samudio confia na autenticidade de passaporte achado em Portugal

Atriz foi morta em 2010, mas nunca teve o corpo encontrado. O ex-atleta Bruno Fernandes foi condenado a 20 anos de prisão pelo crime.

Em entrevista à CNN, Arlie Moura, de 27 anos, comentou o passaporte atribuído a Eliza Samudio que foi encontrado em Portugal.

Irmão da atriz e modelo, ele afirmou que considera o documento autêntico, já que as informações pessoais, como nome completo, filiação e data de nascimento, coincidem com os dados de Eliza.

Apesar disso, Arlie fez questão de destacar que ainda não existe uma confirmação oficial por parte das autoridades. “Não posso bater o martelo”, declarou.

Mesmo assim, afirmou que, diante do que foi divulgado até agora, acredita que o passaporte pertença à irmã. O documento em questão teria sido emitido em 2007, alguns anos antes da morte de Eliza.

Arlie também relatou que soube do caso exclusivamente pela imprensa e que não mantém contato com a mãe.

“Eu, como sempre, sei só pela mídia, não falo com minha mãe”, afirmou. Segundo ele, o caso segue sendo acompanhado de perto, enquanto aguarda novas informações oficiais.

Na manhã desta terça-feira (6), o Consulado-Geral do Brasil em Lisboa confirmou o recebimento de um passaporte em nome de Eliza Samudio. O órgão informou que o documento chegou à repartição na última sexta-feira (2).

Entenda

O assunto voltou a ganhar repercussão após o Portal LeoDias divulgar a existência do passaporte, que teria sido encontrado em um imóvel em Portugal no fim de 2025.

Conforme a publicação, o documento estava em um apartamento alugado e foi localizado por um homem não identificado, entre livros guardados em uma estante.

O consulado informou ainda que aguarda orientação do Itamaraty para definir qual será o destino do passaporte.

Eliza Samudio desapareceu em 4 de junho de 2010, após avisar amigos que faria uma viagem.

A jovem, que tinha 25 anos na época, nunca mais foi vista e posteriormente passou a ser considerada morta, após suspeitos confessarem envolvimento no crime.

O caso ficou conhecido nacionalmente e apontou o ex-jogador Bruno Fernandes, o goleiro Bruno, como mandante do assassinato. Ele foi condenado a 20 anos de prisão.

 

 

Mais Lidas