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Hytalo Santos e marido são condenados; saiba a duração da pena

Casal foi condenado por exploração sexual de menores

A decisão da Justiça da Paraíba contra o influenciador Hytalo Santos e o marido dele, Israel Vicente, conhecido como Euro, veio à tona neste domingo (22).

O casal foi condenado por envolvimento na produção de conteúdo pornográfico com adolescentes.

A sentença foi assinada pelo juiz Antônio Rudimacy Firmino de Sousa, da comarca de Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa.

Hytalo recebeu pena de 11 anos e 4 meses de reclusão. Já Israel Vicente foi condenado a 8 anos e 10 meses de prisão.

De acordo com a decisão, os adolescentes eram colocados em um ambiente descrito como artificial e rigidamente controlado, comparado a um “reality show”, onde ficavam expostos a situações de risco e a um contexto considerado inadequado para a idade.

O texto da sentença aponta ainda que havia permissividade no local, incluindo oferta de bebidas alcoólicas, além de negligência relacionada à alimentação e à frequência escolar dos jovens.

O magistrado destacou que as condutas criminosas teriam se aproveitado da vulnerabilidade das vítimas, que não possuíam condições de compreender plenamente ou reagir às práticas ilícitas às quais estariam submetidas.

Além das penas de prisão, a Justiça fixou indenização por danos morais no valor de R$ 500 mil, considerando tanto a dimensão dos prejuízos quanto a capacidade financeira dos condenados.

Também foi estabelecido o pagamento de 360 dias-multa para cada réu, calculados com base em um trinta avos do salário mínimo vigente.

Hytalo Santos e Israel Vicente foram presos em São Paulo no dia 15 de agosto do ano passado. Posteriormente, no dia 28 do mesmo mês, foram transferidos para o Presídio do Róger, em João Pessoa, onde permaneceram em prisão preventiva.

O caso analisado pelo Tribunal de Justiça da Paraíba tramita paralelamente a uma ação na Justiça do Trabalho.

Nesse outro processo, ambos também respondem por acusações de

 
 
 
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" target="_blank"> tráfico de pessoas para exploração sexual e de submissão a condições análogas à escravidão.

 
 
 
 
 
 
 
 

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