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Irmã de Isabel Veloso detona ex-cunhado após ele engatar novo romance

Lucas Borbas anunciou que está em um novo relacionamento três meses após a morte da esposa

A polêmica envolvendo o novo relacionamento de Lucas Veloso Borbas ganhou novos desdobramentos nesta quinta-feira (16), após uma manifestação pública de Priscila Kiekow, irmã da influenciadora Isabel Veloso.

Sem mencionar diretamente o ex-cunhado, Priscila utilizou as redes sociais para expressar sua insatisfação com a forma como a situação vem sendo conduzida.

No desabafo, ela destacou que o incômodo da família não está relacionado ao fato de Lucas seguir a vida, mas sim à maneira como isso tem sido feito.

"Sabe o que dói de verdade? Não é o fato de seguir em frente. A vida continua, e isso a gente entende", escreveu. "O que dói, para nós enquanto família, é ver atitudes que distorcem o significado de 'honrar'."

A irmã de Isabel também pontuou que, na visão dela, existe uma linha tênue entre preservar a memória de alguém e agir de forma inadequada.

"Existe uma diferença gritante entre manter viva a memória com amor e utilizá-la como fonte de benefício próprio. E é isso que é difícil de engolir", completou.

Horas antes, o próprio Lucas já havia se pronunciado sobre as críticas que passou a receber ao assumir que está conhecendo uma nova pessoa, cerca de três meses após a morte da esposa, que faleceu em janeiro, aos 19 anos, vítima de câncer.

Em sua fala, ele questionou os julgamentos baseados no tempo de luto. "Desde quando o amor de alguém se mede por um cronômetro?", disse.

O influenciador afirmou ainda que vivenciou o luto durante o período da doença e reforçou sua dedicação à companheira.

"Eu honrei minha esposa do começo ao fim. Fui marido, companheiro, cuidador e apoio até o último instante", declarou.

Segundo ele, a própria Isabel teria incentivado que ele seguisse em frente. "Ninguém tem o direito de reduzir minha história a um julgamento baseado em calendário", afirmou.

Por fim, Lucas defendeu que reconstruir a vida não representa desrespeito. "Seguir em frente não é traição. É honrar também os últimos desejos de quem partiu", concluiu.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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